sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Os livros mais vendidos de todos os tempos

Escrever um best-seller é uma coisa. Escrever um livro que vende mais de 50 milhões de cópias é outra completamente diferente. Esses autores quebraram o recorde de vendas de livros. Se por acaso você é um aspirante a autor que está imaginando quantos livros será preciso vender para alcançar os mais altos escalões e a atingir o topo das publicações dê uma olhada em nossa lista com os 21 best-sellers de todos os tempos (em 2007).


 Título / AutorCópias vendidas
 1. A Bíblia  6 bilhões
 2. O Livro Vermelho (Quotations from Chairman Mao Zedong) -  Mao Zedong  900 milhões
 3. O Alcorão (The Qur'an) 800 milhões
 4. Xinhua Zidian (dicionário chinês) 400  milhões
 5. O Livro de Mórmon (The Book of Mormon) -  Joseph Smith Jr. 120 milhões
 6. Harry Potter e a Pedra Filosofal - J. K. Rowling  107 milhões
 7. E Não Sobrou Nenhum (And Then There Were None) - Agatha Christie 100 milhões
 8. O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings) - J.R.R. Tolkien 100 milhões
 9. Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-Blood Prince) - J. K. Rowling 65 milhões
10. O Código Da Vinci (The Da Vinci Code) - Dan Brown 65 milhões
 11. Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the Chamber of Secrets) - J. K. Rowling 60 milhões
 12. O Apanhador no Campo de Centeio (The Catcher in the Rye) - J. D. Salinger 60 milhões
 13. Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter and the Goblet of Fire) - J. K. Rowling  55 milhões
 14. Harry Potter e a Ordem da Fênix (Harry Potter and the Order of the Phoenix) - J. K. Rowling 55 milhões
 15. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (Harry Potter and the Prisoner of Azkaban) -  J. K. Rowling 55 milhões
 16. Ben Hur: Uma Narrativa de Cristo (Ben Hur: A Tale of the Christ) - Lew Wallace 50 milhões
 17. Heidi's Years of Wandering and Learning -  Johanna Spyri 50 milhões
 18. O Alquimista (The Alchemist) - Paulo Coelho 50 milhões
 19. Meu filho, meu tesouro (The Common Sense Book of Baby and Child Care)  - Dr. Benjamin Spock 50 milhões
 20. O Pequeno Príncipe (The Little Prince) - Antoine de Saint-Exupéry 50 milhões
 21. A Marca do Zorro (The Mark of Zorro) - Johnston McCulley  50 milhões

Fonte: comotudofunciona 
por Editores da Publications International Ltd 

tradução HowStuffWorks Brasil

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Experiência com Deus - Vocal Beth Shallon e convidados

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Patmos Music lança Revista de Música

Com o objetivo de resgatar, através de louvores, a memória das músicas das décadas passadas que fizeram sucesso e que marcaram a história da igreja, a CPAD, através de sua gravadora publica a revista Patmos Music  que acompanha um CD com o Melhor dos 100 anos da Música Evangélica.

Este CD traz em seu repertório louvores como O Eterno Fanal, na voz de Feliciano Amaral; O Amor é Tudo com Ozeias de Paula; Estou Contigo de Shirley Carvalhaes; O Mar da Galiléia com o Coral e Orquestra Renascer e muito mais.

A gravadora preparou para a primeira edição reportagens especiais que contam a trajetória e a biografia de alguns cantores como Mara Dalila, Josely Scarabelli e Feliciano Amaral.

Editado trimestralmente, o periódico traz seções como Louvor Centenário, que relata a biografia e a história de cantores e hinos; Testemunho de Louvor; Papo de Estúdio, Saúde & Louvor; Tá na Mídia, Revelação com uma matéria que destaca um cantor regional e Cadê Você, que investiga onde estão as personalidades da música evangélica que marcaram época. Isto sem falar das entrevistas, artigos e reportagens especiais.

No vasto repertório estão composições que vão desde O eterno Fanal, de Ivan de Souza, interpretada brilhantemente na voz de Feliciano Amaral, conhecido como o rouxinol do sertão; e a célebre canção O Rosto de Cristo, de Josias Menezes, muito cantada em todo país na voz da soprano inigualável Josely Scarabelli.

O disco está recheado de excelentes canções interpretadas nas vozes de Shirley Carvalhaes, Oséias de Paula, Mara Dalila e muitos outros. Segundo o gerente-executivo da gravadora, Geziel Damasceno, a ideia é brindar o grande público cristão com genuínas mensagens cantadas. “A proposta de produzirmos um material como esse surgiu depois de uma minuciosa pesquisa quanto as canções que marcaram o povo cristão nos últimos 100 anos de história da igreja cristã evangélica no Brasil”, ressalta.

O trabalho de escolha e produção para confecção do disco recebeu elogios por parte de alguns produtores, que já atuam no segmento da música evangélica há muitos anos. Para o diretor-executivo da Efrata Music, editora especializada em música cristã, Elvis Tavares, essa iniciativa põe a Patmos Music em posição de vanguarda no mercado. “Um trabalho como esse requer um esforço que nem todas as gravadoras estão preparadas para realizá-lo com tamanha propriedade como está fazendo a Patmos”, afirma.

Hinos:

1. O Amor é Tudo (Edison Coelho/Editora Myara) – Ozeias de Paula
2. Sigo Cantando (Osório Castilhos/Editora Myara) – Mara Dalila
3. Desejo Missionário/Pasion Missionera (Juan Romero) – Otoniel & Oziel
4. Estou Contigo (Daniel de Souza/Efrata Music) – Shirley Carvalhaes
5. Rosa da Manha – (Sara Araujo) - Sara Araujo
6. Prefiro Ficar Com Jesus (Edson Coelho/ Editora Myara) – Edson e Telma
7. O Rosto de Cristo (Josias Menezes/ JC Edições) – Josely Scarabelli
8. Cântico da Liberdade (Valdomiro Silva / Editora Myara) – Valdomiro Silva
9. Rosa Vermelha (Isabel Pacheco/Efrata Music) – Isabel Pacheco
10. A Cada Passo /Each Step I Take (Elmo Macer) – Heitor Rodrigues
11. O Mar da Galiléia (Antônio de Souza) – Coral e Orquestra Renascer
12. O Eterno Fanal (Ivan de Souza – Efrata Music) – Feliciano Amaral

Junto ao lançamento do CD, a gravadora lança a revista Patmos Music o Som da Palavra. A proposta é atender a demanda do mercado editorial voltado para a música cristã nacional. No moderno projeto do designer gráfico Jonas Lemos, em formato Pocket, a revista idealizada por jornalistas e produtores da Patmos pretende levar ao público todo universo da música cristã evangélica brasileira e internacional. São entrevistas com cantores, bandas, grupos, orquestras, lançamentos musicais, seções de testemunhos de louvor, artigos com os mais renomados nomes da música cristã evangélica em nosso país, dicas de saúde e louvor, e muito mais.

A primeira edição da revista Patmos Music, que é um brinde na aquisição do CD, vem com uma entrevista especial feita na Califórnia (EUA), com o pastor Ruan Romero, autor da canção Vision Pastoral, no Brasil conhecida como Cem Ovelhas. Essa fantástica história revela entre tantas coisas o nome da centésima ovelha que se havia perdido. Você saberá também, o verdadeiro motivo do sumiço da cantora Mara Dalila, sucesso nos anos 80.


Fonte: CPAD

AD Recife promove 54ª Escola Bíblica de Obreiros


Teve início nesta teça-feira (19/10) a 54ª Escola Bíblica de Obreiros em conjunto com a celebração de 92 anos da Assembléia de Deus em Pernambuco, liderada pelo Pr. Ailton José Alves. O grande culto foi realizado no Templo Central, que esteve superlotado desde o final da tarde, e contou com a presença de diversos grupos musicais de nossa igreja, muitas caravanas e a presença de pastores do interior do Estado e de nosso Campo Missionário.

A programação está sendo transmitida pela Rede TV-Canal 14 UHF e pela Rede Brasil de Comunicação com suas estações de rádio que cobrem todo o estado de Pernambuco. A Rádio Boas Novas AM 580 e a Rádio Canaã FM 91,3 podem ser acessadas pela internet (com imagem).

Além disso, o resumo e as fotos do evento podem ser conferidos pelo blog do mano Tharsis Kedsonni, o Assem-Bereia de Deus.

A programação se estenderá até o próximo dia 24/10, compreendendo estudos bíblicos para obreiros durante todo o dia e cultos festivos à noite, aberto a toda igreja, com preletores especialmente convidados, dentre eles o Pr Wagner Gaby (PR), presença sempre constante no evento.

Compareça e seja edificado com a Palavra que produz vida e impactado pelo poder de Deus.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Mexeriqueiros



Para conter o mexeriqueiro, basta não lhe dar ouvidos


Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; nem conspirarás contra o sangue do teu próximo. Eu sou o Senhor. Não odiarás a teu irmão no teu coração; não deixarás de repreender o teu próximo, e não levarás sobre ti pecado por causa dele.” (Lv. 19.16,17.)


Por Luciano P. Subirá 

A ordem de Deus é clara: ninguém deve andar com mexericos no meio do povo de Deus. A definição que o Dicionário Aurélio dá de mexericar é: “Narrar em segredo e astuciosamente, com o fim de malquistar, intrigar ou enredar. Andar com mexericos; fazer intrigas”. E na definição de mexeriqueiro, encontramos o termo “leva-e-traz”, ou seja: fofoqueiro.

E a implicação espiritual desta prática não pode ser definida com nenhuma outra palavra, a não ser: pecado. Mexericar é desobedecer a Deus; portanto, é pecado e ponto final.

Mas o versículo seguinte a esta proibição divina nos revela que não peca somente o que faz o mexerico, mas também quem dá ouvidos a ele! Note a expressão: “não deixarás de repreender o teu próximo, e não levarás sobre ti pecado por causa dele”. A Bíblia está dizendo que quando alguém dá ouvidos ao mexeriqueiro, está sendo cúmplice com ele, está levando sobre si pecado por causa da outra pessoa. A única forma de não pecar junto com o que traz o mexerico, é repreendê-lo e recusar dar-lhe ouvidos.

Sempre aconselho os irmãos do rebanho que pastoreio: se alguém vem falar mal de alguém, pegue esta pessoa, leve-o até “fulano” e faça falar na frente dele. Se a pessoa aceitar, dê ouvidos e tente ser o pacificador. Se a pessoa se recusar a fazê-lo, não a ouça e repreenda-a por estar sendo mexeriqueira.

Infelizmente, a maioria não pratica este princípio, mas aqueles que o fazem têm visto que ou ganham o mexeriqueiro, tirando-o do pecado, ou no caso de não conseguirem isto, pelo menos não serão mais procurados por aquela pessoa.

O mexerico é uma voz maligna, e infelizmente pode ser encontrada em qualquer igreja.

Os estragos que ele tem causado são incalculáveis. Quanta intriga, divisão, separação, inimizades geradas pela língua que destila veneno!

O cristão tem que estar perto o suficiente da Palavra de Deus a fim de abafar esta voz. Não falo apenas de vencer a tentação de pessoalmente mexericar; mais do que isto, falo de nem mesmo dar ouvidos a um mexeriqueiro. Pois mesmo que você nunca abra sua boca contra ninguém, ainda pode pecar mexericando. Basta ser cúmplice, dando ouvidos ao que mexerica.

Não temos que controlar a vida de ninguém. Se alguém está em falha, devo admoestá-lo, uma vez que isto é um mandamento bíblico: “Irmãos, se um homem chegar a ser surpreendido em algum delito, vós que sois espirituais corrigi o tal com espírito de mansidão; e olha por ti mesmo, para que também tu não seja tentado.” (Gl. 6.1.)

Note que a Bíblia fala sobre corrigir a pessoa. Não é brigar com ela, mas falar-lhe com espírito de MANSIDÃO, ou seja, amorosamente. Mas se não falo com a pessoa que falhou, não tenho direito de sair espalhando a fraqueza dela com mais ninguém!

Se orarmos ao menos metade do que mexericamos, a Igreja será um lugar bem diferente!

Precisamos reconhecer que o mexerico é instigado por Satanás; portanto, ele não é apenas a voz de uma pessoa que está pecando, mas é uma voz maligna!

Instigado por Satanás

Quando escreveu a Timóteo, Paulo tratou da questão das viúvas, mostrando quando é que a Igreja deveria sustentá-las e quando deveria rejeitá-las, instruindo-as a casar-se novamente. E ele atribui isto a dois tipos de problemas que esta situação estava gerando; um deles era o mexerico. E ele mostra que por trás do mexerico estava o próprio Satanás, instigando-o: “Mas rejeita as viúvas mais novas, porque, quando se tornam levianas contra Cristo, querem casar-se; tendo já sua condenação por haverem violado sua primeira fé; e, além disto, aprendem também a ser ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas também faladeiras e intrigantes, falando o que não convém. Quero pois que as mais novas se casem, tenham filhos, dirijam sua casa, e não dêem ocasião ao adversário de maldizer; porque já algumas se desviaram, indo após Satanás.” (1 Tm. 5.11-15.)

Paulo atribui o ser “faladeira e intrigante” a seguir Satanás. É óbvio que o diabo não apareceu pessoalmente a estas mulheres mandando que fofocassem, mas fez isto de maneira invisível, pois o agir dele é espiritual; é ele que está por trás instigando o mexerico. E quando a pessoa segue este caminho, está seguindo a Satanás, pois ele é quem instiga a intriga!

Já é tempo de compreendermos a implicação espiritual do mexerico e não mais dar lugar ao diabo. Além de ser classificado como instigado por Satanás, a Bíblia ainda nos revela que o mexerico é algo que Deus abomina: “Há seis coisas que o Senhor detesta; sim, há sete que ele abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contenda entre irmãos.” (Pv. 6.16-19.)

Há uma outra tradução que diz no versículo 16: (...) “há seis coisas que o Senhor detesta e a sétima ele abomina”, o que dá um peso ainda maior ao que estamos dizendo, pois a sétima coisa que Salomão relaciona é: (...) “o que semeia contenda entre irmãos”.

A voz do mexerico nunca edifica ninguém. Tampouco produz unidade, harmonia, comunhão ou amor. Pelo contrário, é um instrumento de divisão, de mágoa, e muita dor. E Deus o abomina!

Mexericar é pecado. É tornar-se instrumento de Satanás. É fazer-se abominável a Deus. E mostra falta de caráter, de fidelidade ao Senhor e ao corpo de Cristo.

“O que anda mexericando revela segredos, mas o fiel de espírito encobre o negócio.” (Pv. 11.13.)

O que vê seu irmão falhar, e em vez de espalhar a quem encontra, decide guardar silêncio, é chamado fiel de espírito. Há muita diferença entre um e outro!

Precisamos aprender a guardar a nossa língua. Cresci ouvindo meu pai citar o ditado: “Quem muito fala, muito erra”. E é bíblico, pois encontramos uma expressão semelhante no livro de Provérbios que mostra as conseqüências do uso da língua: “O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre seus lábios traz sobre si a ruína.” (Pv. 13.2.)

Devemos zelar com o uso da nossa língua; Tiago disse que ela pode ser inflamada (ou instigada) pelo inferno (Tg. 3.6).

Quando escreveu aos tessalonicenses, o apóstolo Paulo chamou o “intrometer-se na vida alheia” – e é exatamente isto que é o mexerico – de um andar desordenado: “Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes intrometendo-se na vida alheia.” (2 Ts. 3.11.)

Acostumamo-nos tanto com os mexericos, fofocas e intrigas, que ainda não tomamos consciência da gravidade deste pecado. Ao escrever sua primeira epístola, o apóstolo Pedro comparou o pecado de entremeter-se na vida alheia aos “piores” pecados que costumamos relacionar: “Que nenhum de vós, entretanto, padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se entremete em negócios alheios.” (1 Pe. 4.15.)

Jesus Cristo declarou que daremos conta no dia do juízo de toda palavra fútil que sair de nossa boca (Mt. 12.36). É hora de darmos um basta ao mexerico. Se o encararmos como pecado, e enxergarmos o estrago que ele tem trazido ao Corpo de Cristo, acredito que haverá peso em nossos corações ao nos envolvermos em sua prática. Caso contrário, nossa consciência permanecerá cauterizada nesta área e seremos impedidos de crescer.

Luciano P. Subirá é pastor da Comunidade Vida (SP)

A cada duas semanas, um dos sete mil idiomas registrados no mundo se extingue

Dois anos atrás, uma equipe de linguistas mergulhou nas remotas colinas do nordeste da Índia para estudar idiomas pouco conhecidos, muitos deles apenas falados e correndo o risco de desaparecer.

A cada duas semanas, em média, um dos sete mil idiomas registrados no mundo se extingue, e a expedição buscava documentar e ajudar a preservar aqueles ameaçados nessas vilas isoladas.

Os linguistas atravessaram um veloz rio das montanhas numa jangada de bambu e chegaram até a minúscula vila de Kichang. Eles esperavam ouvir as pessoas falando “aka”, uma língua bastante comum naquele distrito. Em vez disso, eles ouviram um idioma que, segundo os linguistas, soava diferente do aka assim como o inglês para o japonês.

Após uma investigação mais detalhada, os pesquisadores anunciaram na semana passada a descoberta de uma língua “oculta”, conhecida localmente como “koro”, completamente nova ao mundo de fora daquelas comunidades rurais. Enquanto o número de idiomas falados segue diminuindo, ao menos um foi adicionado ao inventário – embora o koro também esteja à beira da extinção.

“Percebemos instantaneamente” aquele idioma distinto e desconhecido, afirmou Gregory Anderson, diretor do Instituto Línguas Vivas para Idiomas Ameaçados, em Salem, Oregon.

Anderson e K. David Harrison, um linguista da Faculdade Swarthmore, foram os líderes da expedição, parte do Projeto Vozes Permanentes da Sociedade National Geographic. Outro membro do grupo era Ganash Murmu, linguista da Universidade Ranchi, na Índia. Um artigo científico será publicado pela revista “Indian Linguistics”.

Quando os três pesquisadores chegaram a Kichang, eles foram de porta em porta pedindo que as pessoas falassem em seu idioma nativo – uma tarefa não muito árdua numa vila com apenas quatro casas de bambu. As pessoas dali vivem criando porcos e plantando laranjas, arroz e cevada. Eles compartilham a economia de subsistência e a cultura com outros na região que falam aka, ou miji, outro idioma de certa forma comum.

Na varanda de uma das casas, os linguistas ouviram uma jovem chamada Kachim contar sua história em koro. Ela havia sido vendida como noiva infantil, foi infeliz em sua nova vila e teve de superar dificuldades antes de finalmente encontrar a paz em sua nova vida.

Os pesquisadores inicialmente suspeitaram que o koro fosse um dialeto do aka, mas suas palavras, sintaxes e sons eram totalmente diferentes. Poucas palavras em koro eram as mesmas em aka: montanha em aka é “phu”, mas “nggo” em koro; porco em aka é “vo”, mas em koro é “lele”. Os dois idiomas compartilham apenas 9% de seu vocabulário.

Os linguistas gravaram a narrativa de Kachim em koro, e uma equipe de TV indiana a fez repetir tudo em híndi. Isso não só permitiu que os pesquisadores compreendessem sua história e linguagem, mas chamou a atenção para as pressões culturais que ameaçam a sobrevivência desses idiomas – indo contra idiomas nacionais dominantes em escolas, no comércio e na mídia de massa.

No livro The Last Speakers: The Quest to Save the World’s Most Endangered Languages” (Os Últimos Falantes: A Jornada para Salvar os Idiomas Mais Ameaçados do Mundo - tradução livre), publicado no mês passado pela National Geographic Books, Harrison apontou que os falantes de koro “estão totalmente misturados a outros povos locais, e provavelmente não sejam mais de 800”.

Além disso, os linguistas não sabem ao certo como o koro sobreviveu por tanto tempo como um idioma viável. Harrison escreveu: “O koro não é dominante em nenhuma vila, nem mesmo numa família grande. Isso gera curiosos padrões de fala, raramente encontrados num estado estável de qualquer outro lugar”.

Por outro lado, ha cerca de 10 mil falantes de aka vivendo numa relação próxima com falantes de koro num distrito do estado de Arunachal Pradesh, onde são falados pelo menos 120 idiomas. Anderson afirmou que a coexistência de idiomas separados, entre dois grupos integrados que não reconhecem uma diferença étnica entre eles, é altamente incomum.

À medida que Harrison e Anderson expandiram sua pesquisa, comparando o koro com centenas de idiomas, eles determinaram que essa linguagem pertencia à família das línguas tibeto-birmanesas, que inclui 400 idiomas relacionados aos amplamente usados tibetano e birmanês. Porém, o koro nunca havia sido reconhecido em nenhuma pesquisa sobre as cerca de 150 línguas faladas na Índia.

O esforço para identificar “pontos importantes de idiomas ameaçados”, segundo os linguistas, é essencial para a tomada de decisões que visam preservar e ampliar o uso desses idiomas, que são repositórios da cultura e da história de um povo.

No caso dos falantes de koro, Harrison escreveu em seu livro, “embora possa parecer que eles estejam gradualmente abandonando sua linguagem, ela continua sendo o traço mais forte que os identifica como um povo distinto”.

Por
John Noble Wilford - The New York Times
Pedro Kuyumjian - Publicado em 18/10/2010 em BOL e UOL - Ciência e Saúde

Veja também
"Morre a última pessoa do mundo a falar o idioma "bo", uma linguagem de 65 mil anos".

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Cristo vem depressa - Edson Coelho

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Você sabe as notícias do dia
Você sabe as rotinas da vida
E conhece as pessoas chegadas
E as estradas que o levam pra lida
Você sabe onde trabalha
E a escola aonde estuda
Sabe até dizer quando vem chuva
No instante em que o tempo muda

Mas será que você sabe que Jesus está voltando
Que mais dia menos dia esta hora está chegando
Cristo vem depressa Cristo vem depressa
Isto eu sei de cor isto é promessa
Cristo vem depressa

Você sabe se alguém anda certo
Lá por perto do bairro onde mora
E conhece os que chegam de longe
E as pessoas que já vão embora
Você sabe falar de política
E de crenças conhece demais
Sabe tudo o que vai pelo mundo
Pois lê tudo o que vem nos jornais.

Letra e Música: Edson Coelho
Intérprete: Ozéias de Paula
Álbum: De braços abertos - 1982

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Alguém colocou as pontes




"O Senhor o protegerá de todo o mal, protegerá a sua vida. O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada" (Salmos 121.7-8).


Li uma historia interessante sobre uma criança que viajava de trem pela primeira vez e ouviu que teria de cruzar vários rios. Quando pensava na água, sentia-se perturbada e tinha medo. Porém, sempre que o trem se aproximava de um rio, havia uma ponte que permitia cruzá-lo com toda segurança.

Depois de passar sem problemas por vários rios e correntezas, a menina se recostou em seu assento, deu um suspiro de alívio e disse à sua mãe: "Já não estou preocupada; alguém colocou pontes em todo o caminho."

Em nossa caminhada diária encontramos diversos desafios, mas sabemos que Deus está conosco todo o tempo. Ele constrói pontes que nos livram do abismo do pecado, das correntezas do engano e das tentações.

Por onde quer que você vá, o Senhor sempre estará ao seu lado. Não podemos dizer que o nosso futuro é incerto, vivendo em angústia e depressão. Podemos alegrar-nos a cada dia, pois mesmo que venham problemas, as pontes do Senhor serão mais fortes e altas, impedindo a nossa derrota.

1 Coríntios 2.9 nos diz: "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam." Um cântico fala sobre este versículo dizendo: "Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram o que Deus preparou para nós, um futuro certo cheio de esperança e paz, muita paz..." Deus preparou um futuro maravilhoso para nós. Não só a vida eterna, mas cada minuto seguinte está recheado de graça e misericórdia.

Mesmo que os rios perigosos apareçam, devemos olhar para Deus lembrando que estamos seguros em suas pontes. O futuro do cristão não é incerto. Nada vai impedir a ação contínua de Deus em sua vida. Tendo essa visão, a vida será vivida muito melhor e a ansiedade via desaparecer, pois o que é a ansiedade senão a preocupação com o amanha?

Portanto, sabendo que Deus cuida do amanhã, poderemos viver em paz.

Texto enviado por Ismael e Vasti - Templo Central Recife
Publicado no Lifenews Junho/2007

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Diga SIM à liberdade religiosa



A Organização da Conferência Islâmica, que compreende 57 países, sendo a maioria de população muçulmana, apresentará mais uma vez a Resolução da Difamação da Religião na Assembleia Geral das Nações Unidas, no final deste ano.

Essa resolução:

- dá ao governo o poder para determinar quais visões religiosas podem ou não podem se expressar nesses países;
- dá ao Estado o direito de punir aqueles que expressam posições religiosas “inaceitáveis”, de acordo com o que eles acreditam;
- torna a perseguição legal;
- visa criminalizar palavras e ações consideradas contra uma religião em particular, nesse caso, o Islã.
- tem o poder de estabelecer legitimidade internacional para leis nacionais que punem a blasfêmia ou, por outro lado, proíbem críticas à religião.

Muitos países apoiaram essa resolução no passado, mas alguns agora estão mudando de ideia. Este ano, existe uma possibilidade real de que ela seja derrotada. E você pode ajudar. Está na hora de mudarmos isso.
Participe da petição global realizada pela Portas Abertas Internacional e una-se a milhares de cristãos ao redor do mundo. O abaixo-assinado será entregue às Nações Unidas em dezembro deste ano.

» Como posso ajudar?
Divulgue a campanha para outras pessoas, em sua igreja, escola, faculdade, trabalho, utilizando os recursos disponibilizados em nosso site. Faça o download de alguns recursos como vídeos, apresentação em powerpoint e arquivos para marca-página e adesivo. Além disso, você pode imprimir o abaixo-assinado quantas vezes quiser e distribuir para muitas pessoas.

Preencha seus dados no formulário, que funciona como um abaixo-assinado eletrônico e ajude a mudar a história da liberdade religiosa em muitos países.



DIVULGUEM E ASSINEM. ISSO É MUITO IMPORTANTE

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ao pé da muralha

"Respondeu Ele: não; sou Príncipe do exército do Senhor e acabo de chegar. Então, Josué se prostrou com o rosto em terra, e O adorou e disse-lhe: que diz meu Senhor ao Seu servo? "
(Josué, 5.14)

Josué havia chegado ao pé da muralha. Inexpugnável, intransponível, a muralha era o limite, o ponto final, a visão perfeita da impossibilidade - significava o fim de sua capacidade e de suas forças. E ali, diante do impossível, Josué, achacado e diminuído por aquela visão perturbadora deixava-se invadir por um tropel de sentimentos que começavam a abalar as estruturas mais profundas de sua fé.

O que fazer? O que fazer quando nós chegamos diante do impossível, o que fazer quando nós chegamos ao limite de nossas forças, o que fazer quando a única coisa que conseguimos ver é uma muralha intransponível, quando a única coisa que conseguimos divisar diante de nós é a imensidão do topo, do cimo da impossibilidade?

A Palavra de Deus nos diz que naquele momento de total insolubilidade na vida do grande líder de Israel, Deus enviou o Príncipe do Seu exército ao seu encontro (manifestação visível do Messias Prometido que haveria de vir em forma humana - Jesus Cristo). Assim, diante da grande muralha, Josué não estava só; Jesus veio ao seu encontro e se fez o Parceiro Invencível da vida.

Naquele momento, diz a Palavra que Josué levantou os olhos. Não para divisar o cimo, o topo da muralha, o tamanho do problema, a grandeza da impossibilidade, a imensidão do obstáculo, mas para ver que ao seu lado estava o Deus que desce conosco à liça de nossas batalhas.

Será que já chegamos ao pé do nosso problema insolúvel, será que já chegamos ao fim dos nossos recursos e que só temos pela frente uma enorme muralha de dificuldades? Olhamos e só conseguimos ver o impossível, o "não pode", o "não tem jeito"? E não conseguimos ter esperança, ir adiante, porque há uma MURALHA ENORME diante de nós?

Não desesperemos, a muralha pode ser grande, o exército inimigo, numeroso; suas armas, poderosas; mas a Palavra de Deus nos diz que temos ao nosso lado o Parceiro Invencível da vida – Jesus, aqu'Ele que jamais perdeu uma batalha.

Façamos como Josué: levantemos os olhos da fé; não para divisar o cimo, o topo da muralha, o tamanho do problema, a grandeza da impossibilidade, a imensidão do obstáculo, mas para ver que não estamos sós. 

Deus se fez nosso Parceiro da vida (se Deus é por nós quem será contra nós?), desceu à liça de nossas batalhas, se conjugou às nossas vidas para derrubar a muralha da impossibilidade. Portanto, tiremos os olhos da situação imediata, das circunstâncias que se agigantam diante de nós. Vamos dar nova direção ao nosso olhar, uma nova orientação às nossas emoções. Olhemos para aqu'Ele que é Maior que a sua muralha. Não desanimemos! O Príncipe do exército de Deus é o seu Parceiro Invencível da vida.

Rev. José Kleber Fernandes Calixto
Igreja Presbiteriana de Coromandel - MG
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