sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O Resgate do Canto Coral e do Ministério de Música


Nelson Bomilcar comenta a lamentável decadência do serviço musical em sua denominação e que retrata também a própria realidade das demais igrejas evangélicas brasileiras. A situação não é exclusiva dos batistas.

Em nosso país temos a tendência de andar em movimentos pendulares, isto é, de um extremo ao outro. Decididamente equilíbrio não é a palavra favorita dos evangélicos brasileiros. E quando alimentamos nossas opiniões com “supostas” convicções teológicas feitas sem exegeses e hermenêuticas corretas, andamos apenas atrás de “movimentos”, “percepções” ou experiências baseadas em “revelações pessoais” muito questionáveis.

E em nosso contexto então, na área da adoração e música, estas frágeis convicções aportam aqui, ganham espaço e terreno em nosso meio, alimentados pela mídia e que, somados aos conceitos culturalmente importados impregnados em nossas instituições teológicas, cerceiam, inibem e reduzem as possibilidades de usarmos a música e a arte para a expansão do Reino de Deus.

Uma das prejudicadas nestes extremos do pendulo no Brasil foi e tem sido sem dúvida o canto coral, confundido por muitos com o chamado conceito de “música especial”. “Morte a este conceito”, defendem e pregam alguns ministros de louvor, para não deixar o “ego” brilhar e o foco artístico estar sobre pessoas. Mas ninguém fala do “ego” ou o identifica naquele que fica ministrando com a luz e o foco somente nele, em suas “viagens manipulativas” de profetismo, levando o povo a distorções. Parece que aquele ou aquela pessoa está “imune” ao pecado ou ao desejo de roubar a glória de Deus. Falsa e enganosa espiritualidade.

E mais, conspiram contra o conceito da excelência no que se faz ao Senhor, negando o valor do trabalho organizado, da disciplina em servir através do estudo da música e da arte, e do ensino e musicalização ao povo de Deus para o adoramos melhor e pregarmos o seu evangelho. Precisamos largar de sermos indisciplinados, preguiçosos, arrumar desculpa esfarrapada para nossa carnalidade e negligência em fazer o melhor para o Senhor. Tanto o coração transformado e conhecimento de Deus, mas também adorando e ministrando em beleza estética e artística. Ou é o Diabo que vai sempre merecer o melhor dos homens criados à imagem e semelhança de Deus, como nos questiona C. S. Lewis? Integridade sim, mas também excelência! Este é o equilíbrio na adoração e serviço a Deus.

Até nossos hinários foram respingados por esta tendência reducionista, e vivemos quase o abandono em nossas igrejas locais de hinos edificantes que foram compostos por gente de Deus séria e inspirada, e arranjados para quatro vozes para serem cantadas pela congregação e coros menores. Além disso, são registros da ação de Deus na história da igreja, rica herança a ser preservada.

Ministros de música formados por instituições de ensino denominacionais foram sendo desprezados, curtindo situações de desemprego e falta de perspectiva em servir a Deus nesta área tão importante e estratégica para o crescimento da igreja e cumprimento de sua missão. É igualmente verdade que falta uma teologia de adoração mais consistente na formação dos ministros de música, que tem a tendência somente a um conhecimento técnico, educação musical e aprender a fazer a liturgia de cultos.

Movimentos de valorização e desvalorização do canto coral aconteceram na história, desde os cristãos da igreja primitiva que incentivaram a música congregacional amadora, porém rica e séria, e continuando a partir do século V num culto público altamente desenvolvido e elaborado artisticamente, tendo na Reforma momentos de abolição e restrição do canto coral por se enfatizar o sacerdócio de todos os crentes. Enfim, são movimentos cíclicos e pendulares.

A música coral tem embutida inicialmente uma idéia básica congregacional e participativa, isto é, um pequeno ou grande grupo reunido forma um coro e que amplia sua possibilidade em ministrações de cultos públicos e trabalhos mais específicos e elaborados. Na história da adoração judaico cristã, o canto coral tem esta finalidade básica a exaltação e manifestação da glória de Deus por cada indivíduo e pelo povo quando reunido para a adoração pública. Miriã dirigiu um grupo coral de mulheres no louvor, Davi organizou este serviço de adoração e culto com muitos cantores e músicos dirigindo a adoração no templo, e com o caráter sacerdotal. Todo o trabalho era simultâneo a uma consistência na espiritualidade dos levitas.

Considerados indesejáveis ou desnecessários na adoração brasileira, apesar de muito comum em nossa realidade, ainda se valoriza em pleno século XXI os coros e o canto coral para a adoração a Deus. São motivados e impulsionados pelo grande avivamento do século XIX, quando foram consideradas manifestações contínuas ao trabalho e ministério do ensino, do púlpito. A música criativa e elaborada do canto é e será sempre serão instrumento válido de adoração e evangelização e que precisa ser resgatada em nossa realidade. A visão de João no Apocalipse confirma e prenuncia esta importância para homens ao redor do Trono de Deus vindo de todas as nações, e também aos anjos.

O canto coral faz parte fundamental da necessária formação de um povo, de uma nação, inclusive do povo de Deus, povo de Sua propriedade exclusiva, como escreve Pedro (1 Pedro 2.9), para proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, isto é, para adoração de Seu nome!!!

Sou grato a Deus porque no início de minha conversão, roqueiro novo convertido, fui colocado para cantar primeiro tenor num coro jovem e num coro de uma igreja batista. E comecei uma jornada de cantatas inspiradas, de contato com partituras, de comunhão e entrosamento com irmãos, de entrosamento na igreja local, de oportunidades de colocar os talentos para Seu serviço e aprender a canalizar para a Sua glória tudo o que fazia e criava. A herança do canto coral, dos spirituals, do gospel, é fantástica, mesmo na realidade secular como nos ensina a história.

Nas gravações que tenho participado cantando várias vozes, nos grupos que participei, nos falsetes dos jingles, vejo a escola que foi para mim o canto coral. Oportunidade que tenho de adorar melhor, na compreensão maior de que a adoração envolve meu estilo de vida, sendo a arte parte dela. Que possamos resgatar a arte e a educação musical em nossas igrejas, o rico canto coral, a música instrumental, para a adoração e para a pregação da mensagem do evangelho em tantos espaços culturais abertos em nossas cidades.

Sou grato a Deus pelo ministério do Dr. Eduardo Spann, Dick Torrans, Almir Rosa, Vencedores por Cristo, maestro Willians Costa Júnior, que não me deixaram perder de vista esta rica dimensão da adoração e, reconheço também desde Mahalia Jackson, Andraé Crouch, Danibelle, ao atual, criativo e elétrico Kirk Franklin, a seriedade e cuidado em resgatar através de suas ministrações, shows, gravações e DVDs, a importância da música e canto coral na adoração e pregação do evangelho.

Meu agradecimento aos ministros de música do Estado do Espírito Santo (estado que tem o maior número de ministros de música), onde passei recentemente ministrando em várias igrejas, vendo e me emocionando com crianças cantando juntas e tocando suas flautinhas, meninos em orquestra de violões, em coros adultos juntos com a congregação, cantando e louvando de forma tão bela, vigorosa e com tanta arte, para a exaltação da glória de Deus e testemunho de Seu maravilhoso evangelho.

Construção de relacionamentos, a comunhão com Deus e os irmãos, a oportunidade para servir, a sociabilização fraternal, a entrega dos egos para a transformação pessoal debaixo do senhorio de Cristo, o crescimento em humildade pelos elogios que se recebe, canalizando a glória a Ele, reconhecendo o poder capacitador e criativo de Deus em nós, crescimento da igreja local, e ministração ao povo de Deus e educação musical e adoração, são alguns dos benefícios desta área.

Que o caminho do equilíbrio, isto é, a integridade na adoração no coração e vida, aliada com a excelência com que se prepara para adorar através da música e arte, sejam características marcantes das vidas e ministérios daqueles que estão servindo, cantando, tocando e fazendo arte para a glória de Deus e testemunho de Sua salvação. Ministros de louvor e música, ênfases que se completam para o serviço e adoração ao nome de Jesus!!! Que o Senhor nos ajude no caminho da maturidade nesta área.

Fonte: Nelson Bomilcar


Nelson Bomilcar é compositor e cantor. Foi integrante do Vencedorespor Cristo e da Aliança Bíblica Universitária do Brasil. Formado em teologia pela Faculdade Batista de São Paulo e pelo Regent College de Vancouver (Canadá), pastoreou diversas igrejas no Brasil, especialmente na região Sudeste onde mora
. Atualmente dá palestras sobre música e adoração.


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

De onde vem sua música? - texto de Sérgio Lopes

Indico a leitura deste post a todos os que pensam em se aventurar como "cantores e/ou compositores gospel" e também a todos os que trabalham com música na igreja.


Por Sérgio Lopes

Recebi um email muito carinhoso de uma moça de Belo Horizonte, em que se referia a um grave problema de saúde que teve em março de 2008, e que nos dias de internação no CTI de um hospital, em que suas esperanças na cura pareciam se frustrar, ela resolveu ouvir um dos meus CDs que havia ganhado de presente ali mesmo no hospital em janeiro e que estava lacrado ainda, pois naqueles últimos dois meses ela não tivera tempo de ouvir. No email ela me contou sobre o efeito que uma de minhas músicas lhe causou, dizia ela, na construção da esperança de sair com saúde daquele lugar. Durante os dias que se seguiram, aquele CD tornou-se, segundo ela própria, sua melhor companhia naquele hospital.

No dia 8 de novembro de 2008 ela finalmente recebeu alta e, com a saúde completamente restabelecida, resolveu me enviar esse carinhoso e-mail. No final, ela me pede para responder uma pergunta que não tive como me omitir de responder. Me perguntava ela: “Sergio Lopes, de onde vem sua música?!”

Resolvi respondê-la e abaixo transcrevo o e-mail pois ela mesma me fez esse pedido para publicá-lo no blog. Então, aí está.

“Querida...

Respondendo sua pergunta, minha música surge de momentos de insistente busca de respostas de Deus para minhas inquietações. São momentos em que me prostro e visualizo diante de mim o trono de Deus e, vendo pela fé o Senhor assentando diante de mim, suplico-lhe que destrua todo vínculo do meu coração com a vaidade de ter-me tornado conhecido, para esquecer que gravo CDs com fins comerciais para as gravadoras; esqueço a fama, o sucesso, esqueço os elogios, os autógrafos; esqueço que para alguns sou uma referência, esqueço tudo isso, e me entendendo apenas na condição de servo completamente dependente dEle, rogo que tenha misericórdia de mim. Então ele me responde! Reveste minha alma com o acalanto de uma música nova; inspira-me para que converse com ele por meio das letras que escrevo, e nesse mesmo lampejo de inspiração ele me responde a ansiedade. Por isso numa mesma música eu tenho, então, a súplica da pergunta e a graça da resposta. Qualquer outra música que se diga espiritual que não venha da vivência própria, para mim, é fruto da vaidade e da intenção nociva da venda.

Por isso minha luta para não depender jamais de mídia, de badalação em programas de TV, por que ali os nomes se valorizam pela insistência da imagem e com o único fim de propiciar, na seqüência, o sucesso em vendas de mercadorias e bilheterias (prática que aliás, abomino, e me surpreendo ao ver tantos cantores e pregadores que já pensei espirituais hoje viverem da exposição de seu talento ao custo de ingressos de 15 reais, apenas para fazer pessoas pularem como macacos, ao som de ritmos animados e repetindo ordens comuns de shows mundanos do tipo “tira o pé do chão!”, distribuindo alegrias que perduram por apenas uma hora e meia. Não creio que seja para isso que Deus nos dê talentos.)

Minha música surge, então, de minha própria experiência com a batalha que já vivenciei e que busquei em Deus a resposta para superar. Na minha música escrevi sobre a minha própria solidão, a minha própria enfermidade, o meu próprio cárcere, a minha própria indignação, a perda de pessoas que amei, mas também flui de momentos em que vivenciei em mim mesmo a alegria, o amor, o perdão e a esperança. Por isso que a esperança que essa música te causou ali no hospital permanece até hoje e vai perdurar enquanto você viver como símbolo de vitória e alegria, porque foi a trilha musical de um filme que você mesma viveu e que teve um final feliz. Não gravo CD para o simples ato de vendê-lo, mas de fazer com que o efeito da minha experiência frutifique de uma forma que ultrapasse o valor do dinheiro gasto para comprá-lo. E pelo jeito, foi isso que, segundo você mesma me testemunhou, aconteceu com voce.

Minha música vem portanto, desse desejo sincero de compartilhar meus momentos com Deus, de forma que outras pessoas percebam que é possível ainda, em meio a tanta fraude “gospel” e tanta diversidade de intenções comerciais disfarçadas de santidade, se ouvir alguma música que surja de experiências vividas e vencidas pela fé, pela esperança e pelo amor. Como diz uma música da cantora Cassiane, “Deus não te chamou pra ser multidão”. Sua cura é uma prova de que você foi distinguida entre os demais.

Um abraço desse amigo poeta."

Sérgio Lopes é poeta, escritor, músico e cantor evangélico.
Publicado em Crônicas de Ségio Lopes - 27/12/2008 .
Página Oficial

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Festival Chopin Schumann 200 anos - Recife


De 12 a 15/08/2010 no Teatro de Santa Isabel e de 19 a 23/08/2010 no Teatro da UFPE, sempre às 19:30h. Ótima oportunidade para ouvir boa música instrumental (piano, sopros, cordas) e vocal.

No dia 23/08
concerto da Orquestra Jovem do Conservatório Pernambucano de Música (Teatro da UFPE).

A entrada é FRANCA mas é necessário chegar aos locais das apresentações com pelo menos uma hora e meia de antecedência para retirada dos ingressos.

A programação detalhada pode ser consultada AQUI

Sugestão de pauta enviada pela amiga Rúbia

Saiba mais sobre o Câncer de boca


O que é o câncer bucal?

É um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais freqüentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares. É mais freqüente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade. O fumo, combinado com o excesso de bebida alcóolica, é um dos principais fatores de risco.

Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia. Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%*. Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

Quais os sintomas deste tipo de câncer?

Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:

* Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não parece melhorar;
* Um caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;
* Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
* Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;
* Dificuldade para mastigar ou para engolir;
* Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
* Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura.
* Mudança na voz.

Como evitar o câncer bucal?

Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.

* Fumo - A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida (1). O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes.

Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Comomuitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.

* Mascar tabaco - O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal.

O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.

Como se trata o câncer bucal?

Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.
Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?

Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca, dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período.

Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.

Como manter a saúde bucal durante a terapia?

Use uma escova macia depois das refeições e fio dental diariamente. Evite condimentos e alimentos ásperos como vegetais crus, nozes e biscoitos secos. Evite o fumo e o álcool. Para não ficar com a boca seca os doces e chicletes não devem conter açúcar.

Antes de começar a radioterapia, consulte seu dentista e faça uma revisão completa dos seus dentes e peça ao dentista para conversar com seu oncologista.

* Guia completo para um melhor cuidado dos dentes", Jeffrey F. Taintor, D.D.S., M.S. e Mary Jane Taintor, 1997."** Instituto Nacional do Câncer, "O que você deve saber sobre o câncer de boca." Última revisão, 28 de set. 1998. (1) Compêndio da Educação Contínua em Odontologia 1[Compendium of Continuing Education in Dentistry] , Vol. 19, #1 outono, 2000.

* Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2010 Colgate-Palmolive.
Todos os direitos reservados.
Especial para o Terra


Para saber mais consulte também:

Hospital do Câncer de MT
Orientações Médicas
PSF


.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

A história de "Eterno Fanal"

Eterno Fanal foi a música que deu título ao LP do cantor Feliciano Amaral, lançado em 1973, como comemoração ao 25º aniversário de atividades no ramo das gravações fonográficas. Ele que, que foi o primeiro cantor evangélico do Brasil, e que ainda está em atividade, selecionou belos cantos e apostou na juventude de alguns compositores como Ivan Ávila de Souza e Edson Coelho. Foi um tremendo sucesso. Aliás, remasterizado e lançado em CD, ainda é um dos trabalhos mais procurados de FA.

Por trás do sucesso da música está um acontecimento real, desconhecido da maioria do público e que o próprio Pr Feliciano Amaral contou em duas vezes nas quais o entrevistei para programas de rádio.

Ivan de Souza era guarda marinha e numa patrulha de rotina pelo litoral fluminense, numa espetacular noite de lua clara e cheia, sobreveio uma tempestade. O céu ficou encoberto, as ondas se ergueram, a brisa tornou-se vendaval e sob muita chuva o barco balançava muito.

A tripulação, embora experiente, temeu o pior. Parecia haver algo de incomum naquela tormenta, como se quisesse tragar o barco patrulha.

Naquele momento pavoroso, com a iminência de um desastre fatal, Ivan então começa clamar ao Senhor Jesus, pedindo sua intervenção e misericórdia e para sua surpresa, sem demora veio a calmaria. Novamente o céu ficou claro, pontilhado de mil estrelas e o barco pode retornar em segurança ao porto. Ao retornar ao alojamento Ivan então compôs “O Eterno Fanal”.

Ouça “O Eterno Fanal” e glorifique ao Senhor que comanda o céu, a terra e o mar e que traz bonança para as tempestades da vida. Ele é o farol que guia sua vida ao porto seguro!

A palavra Fanal é geralmente usada por marinheiros e além disso, está em desuso (quando não, muito mal colocada em alguns hinos novos). De forma genérica, significa “Farol”.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Hiroshima: 65 anos do massacre atômico

No dia 6 de Agosto de 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, a cidade japonesa de Hiroshima foi bombardeada pela força aérea americana. Especialistas afirmam que foi um ataque desnecessário. Três dias mais tarde seguiu-se o bombardeio de Nagasaki. Sua justificação era forçar o rendição do Japão, porém, o que ficou evidenciado era que ambas faziam parte de uma verdadeira demonstração de força do armamento nuclear dos EUA.

As cidades foram escolhida por estarem situadas exatamente entre vales, o que facilitaria a avaliação dos danos causados pela nova tecnologia bélica, a qual nunca até então havia sido usada e nem se sabia quais seriam suas consequências. Soma-se a isso o fato de que essas cidades nunca sofreram ataques durante a Segunda Guerra, ou seja, era pouco vigiadas.

A detonação da Little Boy, como era chamada a bomba que causou a morte de mais de 250 mil pessoas em Hiroshima, foi ouvida até nas cidades vizinhas. Ela destruiu tudo o que encontrava num raio de dois quilômetros e meio, devastando vegetação e estrutura da cidade. Porém, o aporte térmico da bomba teve um alcance ainda maior. A detonação da Fat Man sobre Nagasaki causou tanta destruição quanto em Hiroshima.


Sobreviventes que sofreram fortes queimaduras devido a propagação do intenso calor, fora da área de explosão, andavam pelas ruas sem saber o que havia acontecido. A radioatividade se espalhou provocando chuvas ácidas, causando a contaminação da região, incluindo lagos, rios, plantações. Os sobreviventes foram atendidos dias depois, o que ocasionou a morte lenta e agonizante de muitos. Até os dias de hoje os descendentes dos habitantes afetados sofrem os efeitos da radioatividade.
Tempos depois a cidade foi sendo reconstruída. Após 65 anos decorridos da tragédia que marcou a história mundial, Hiroshima se transformou numa cidade moderna e desenvolvida, com árvores, prédios, pessoas circulando e carros, como em qualquer outra. Contudo, as lembranças continuam vivas dentro de cada um. Sendo assim foi construído o Memorial da Paz de Hiroshima, uma das atrações mais visitadas no Japão, servindo de apelo à paz e avrigando um acervo cultural.

(Foto: AP/Shuji Kajiyama)

FONTE

Veja mais fotos em Hiroshima como você nunca viu

Palavra que, em visão, veio a Isaías, filho de Amoz, a respeito de Judá e Jerusalém.

"Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do SENHOR será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos.

Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do SENHOR e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do SENHOR, de Jerusalém.

Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra."

Isaías 2.1-4

Grupo Vocal Acapella no Recife


Saiba Mais:
Projeto Adorai
Acappella.com.br

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

As Bandas Musicais nas Igrejas Assembléia de Deus no Brasil

A banda musical dentro das ADs, ainda assume um papel muito importante.



Por João Luiz Vieira Lima - Banda & Orquestra

No meio evangélico, a banda musical ainda assume um papel muito importante, principalmente nas ADs. Nossas igrejas ainda conservam esta tão importante tradição de manter uma banda em cada templo. Por menor que seja a congregação, à uma igreja sede, podemos notar a ativa participação de uma banda musical nos cultos.

Graças à Deus que os nossos líderes ainda estimulam e apoiam esta tão preciosa prática musical. Somente aqui no Brasil, nossas bandas representam uma expressão máxima na cultura musical, por representarem quase que 80% de Bandas Musicais que ainda sobrevivem neste século em nosso País. Isto é mais um exemplo de fé e da ajuda do TODO-PODEROSO.

Apesar das nossas bandas serem integradas na maioria por músicos amadores, ainda considero o nível técnico bem alto em relação de outras bandas seculares existentes no Brasil. Nossas bandas ainda sobrevivem pela hereditariedade que nossos ancestrais nos transmitiram com o passar dos tempos, nos incentivando e despertando em nós o desejo e interesse em executar um instrumento.

Contudo, ainda as atividades musicais envolvendo a prática da banda dentro das ADs., estão sendo deixadas de lado, principalmente pela geração deste século, que optaram mais pela música eletrônica à prática tradicional da Banda.

Nossas Bandas, apesar de amadoras, possuem um bom nível técnico, tanto é que nossas bandas possuem instrumentos em bons estados de conservação e qualidade sonora.

Acredito que, se houvesse um empenho maior por parte de nossos músicos, regentes e pastores, poderíamos realizar um excelente trabalho de expansão das nossas bandas pelo Brasil. Condições temos e de sobra. O que falta é fé e coragem para trabalharmos, nos empenhando ao máximo, evitando assim que nos próximos anos nossa Banda não venha se extinguir de nossas igrejas.

Nossa música, como também nossas bandas, correm o risco de se extinguirem, pelo fato de correntes e influências de músicos de vanguarda, que aos poucos estão introduzindo na igreja uma música secular profana.

Acredito que a Assembléia de Deus tem a chance de lançar um movimento a nível nacional a fim de divulgar e melhorar o nível de nossas bandas e de nossos músicos e regentes, desenvolvendo um programa de informação, através de SIMPÓSIOS SOBRE REGÊNCIA DE BANDAS e outros meios de divulgação.

Muitos cristãos, principalmente desta última década, não valorizam a prática da banda, devido ao movimento de conjuntos eletrônicos (guitarra, baixo, sintetizadores), que ocuparam um lugar de maior prioridade em nossas igrejas. Podemos observar que nos cultos destes último anos, a banda toca apenas 2 ou 3 hinos com a congregação, devido à outros números "especiais", que tomam lugar na liturgia do culto.

O que já estou prevenindo, é que as nossas Bandas desaparecerão das ADs, dando lugar a músicos desta nova geração, influenciados com esta música de vanguarda que está dizimando nossas bandas e corais.

Notamos, que os hinos congregacionais (H.C), já caíram no desuso dos cristãos. Durante os cultos, ouvimos mais corinhos do que um hino da H.C. Isto é um descuido de nossos líderes (não desrespeitando), e sim um alerta para que os mesmos mantenham a nossa tradição da prática de banda, e não abrir mão para tais inovações.

Publicado originalmente no site da AD em Medianeira/PR

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Bendito seja o Senhor que dia a dia leva as nossas cargas


"Bendito seja o Senhor, Deus, nosso Salvador, que cada dia leva as nossas cargas" (Salmo 68.19)

Você não está sozinho nesta caminhada. O Senhor, sim, o Deus Todo Poderoso tem estado ao seu lado e lhe ajudado. Aliás, se não fora a sua mão aliviando suas cargas, há muito você já teria padecido, mas bendito seja o Senhor que dia a dia leva o nosso fardo. É Ele mesmo quem te diz: "Não temas, que eu te ajudo" (Is 41.13)

Descanse nesse Deus tão bondoso que não te deixará nem te desamparará (Jos 1.5; Heb 13.5). Lance sobre Ele a tua ansiedade porque Ele tem cuidado de vocÊ (I Pe 5.7). Os seus fardos, jogue-os diante do Senhor e Ele susterá você (Sl 55.22). É o Senhor quem te ergue, que não te deixa sucumbir sob o peso da carga.

Não há como duvidar desse Deus maravilhoso, porisso não deixe essa ansiedade abatê-lo. Não permita que a dúvida enfraqueça a sua fé. Seja fiel, esteja firme, achegue-se ao Senhor e descanse Nele (Sl 37.4,5) e Ele fará por você aquilo que você não pode fazer.

Bendito seja o Senhor, Deus, nosso Salvador, que cada dia leva as nossas cargas

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Suando "Óleo Ungindo"


Estive no Sudeste por esses dias e encontrei um casal que não via há muitos anos: Márcio e Mércia, os quais conheci quando eu era adolescente e eles solteiros. Foi deles que ouví este curioso caso.

Márcio enfrentou alguns momentos de fraqueza espiritual, especialmente quando chegou a São Paulo, recém casado, e não havia onde congregar. Consegui emprego longe de casa, passou a estar em más companhias e caiu. Enveredou pelo caminho da bebida e começou a perturbar.

Márcio “tomava todas”, todos os dias e chegava em casa de pileque caindo logo na cama. Mércia já não sabia o que fazer. Uma vizinha passou a levá-la para a IURD e lá indicaram um certo óleo ungido para descapetar Márcio.

Ela comprou um vidrinho e todas as noites passava um pouco na testa do marido apagadão, mas as coisas pareciam piorar.

Foi aí que ela resolveu aumentar a dose: despejava um frasco inteiro de óleo todos os dias no rosto de Márcio, em "semi coma alcoólico".

Quando ele “tornava a si”, passava a mão no rosto e via aquele “suor” diferente que aumentava dia após dia a ponto de encharcar a roupa.

Começou a ficar preocupado. Que coisa estranha... Desconfiado, perguntou a Mércia se ela estava por trás da brincadeira. Ela negou.

Um dia ele acordou com a cara toda melada do tal óleo, fechou os olhos e pensou:

-Meu Deus! Preciso parar de beber. Meu fígado já deve estar podre. Meus hormônio tão doidos. Eu já tô até suando óleo...

E desde aquele dia não bebeu mais.

Só descobriu que era a esposa porque a mesma passou a trazer também sal grosso, folhas de arruda e outras bugingangas mais e acabou confessando que estava indo na IURD. Daí ele chamou a vizinha e despachou:

-Não leve mais minha esposa praquele lugar não. Ela tá trazendo meio mundo de mato pra casa e isso aqui tá enchendo de mosquito.

Parece que isso foi um "santo remédio". Os dois corrigiram os passos, buscaram uma congregação e hoje servem ao Senhor numa Assembléia de Deus onde ele é obreiro e ela também trabalha na igreja.
Related Posts with Thumbnails