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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Exercícios vocais podem ajudar a reduzir o ronco

Um simples ritual de exercícios vocais podem fortalecer a garganta e os músculos do palato, que são as principais causas do ronco, dizem os especialistas. De acordo com o site Daily Mail, a descoberta foi feita depois que uma professora de música ajudou um amigo a parar de roncar.

Alise Ojay fez um programa de exercícios musicais que trabalham a garganta e ajudam a parar o ronco e a apneia do sono.

A iniciativa da professora estimulou um estudo mais aprofundado sobre o assunto da Exeter University em parceria com o Royal Devon e a Exeter NHS Foundation Trust. A pesquisa teve 30 voluntários que fizeram poucos minutos de exercícios por três meses. Ao final do tratamento, o ronco tinha melhorado consideravelmente em relação aos outros 30 casos estudados.

"Alise me disse que um número considerável de pessoas tinha tido benefícios com o programa de exercícios de canto. Então, fiz uma triagem e os resultados são mesmo interessantes. Concluímos que as atividades reduzem a frequência e a severidade do ronco e melhoram a qualidade do sono", afirmou Malcolm Hilton, otorrinolaristologista responsável pelo estudo.

Segundo o especialista, a descoberta abre um leque de possíveis tratamentos para a apneia e pode reduzir o número de intervenções cirúrgicas. "No entanto, a técnica precisa ser usada em conjunto com mudanças de vida, como a perda de peso, por exemplo", alerta Dr. Hilton.

Fonte: Saúde Terra

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Uso de chupeta pode atrofiar fala, respiração e mastigação de bebês

Chupeta prejudica fala, respiração e mastigação de bebês

Vale lembrar que os pequenos estão em pleno desenvolvimento, e a presença de uma chupeta constantemente dentro da boca pode alterar esse processo. De acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Irene Marchesan, os danos causados pelo item dependem de três fatores principais: intensidade, duração e frequência. Além disso, a genealogia também influencia. Caso a criança provenha de uma família com prognatas ou pessoas de face alongada, ela terá uma tendência maior a ter deformações no desenvolvimento da arcada ou do rosto.

Conforme explica o consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia, Rodrigo Bueno, a chupeta induz um posicionamento equivocado das arcadas, até antes mesmo dos dentes nascerem. O item interfere no encaixe dental, promovendo uma postura viciosa que, com o tempo, pode causar alterações na estrutura. Um exemplo de um problema que pode ocorrer é a aproximação das extremidades da arcada, em que os lados direito e esquerdo ficam mais perto um do outro, deixando a boca com um desenho curvo.

As alterações na arcada podem influenciar em diversas funções e necessidades da criança, uma delas é a mastigação. Como os dentes não estão posicionados de forma adequada, ocorre uma dificuldade na trituração adequada dos alimentos. Isso também ocorre porque a estrutura maxilar dos usuários de chupeta tende a ser menos exigida e, portanto, não se torna suficientemente forte.

Uma musculatura facial enfraquecida aliada aos problemas na arcada dificultam, ainda, no desenvolvimento da fala. Como a distância entre os dentes de cima e debaixo tende a ficar maior, há uma diminuição nos pontos de contato entre eles e, portanto, a pronúncia pode ficar mais confusa. A maior concentração de saliva na boca, causada pelo uso da chupeta, também contribui para isso. O sistema respiratório ainda pode sofrer mudanças com a utilização. Durante o uso do produto, a boca geralmente fica semiaberta, o que facilita a passagem de ar e, consequentemente, a respiração bucal.

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Música e Saúde

Para além do fascínio que a música exerce sobre a grande maioria das pessoas, há muito tempo que se sabe que ela tem o condão de interferir com mecanismos cerebrais, estimulando determinados circuitos da massa cinzenta, funcionando como uma terapia.

Segundo especialistas, a música pode ajudar no tratamento da dor quando se recupera de uma cirurgia, na reabilitação de indivíduos que sofreram um AVC e ficaram com sequelas, e em situações de dores crônicas.

Os primeiros registos sobre os benefícios da música no tratamento de doenças remontam a publicações do século XVIII, altura a partir da qual se encetaram estudos nesta área. Independentemente de as descobertas não terem sido de monta, sabe-se hoje que árias aprazíveis suscitam a libertação de substâncias no organismo que originam sensações de prazer e bem-estar.

Um grupo de cientistas finlandeses da área da neurologia descobriu recentemente que a música estimula o sistema nervoso, ativando várias regiões do cérebro em simultâneo, o que nas pessoas em que essas zonas se encontram danificadas por um derrame, acelera o processo de recuperação. Por outro lado, ajuda a prevenir a depressão, tão frequente nestes pacientes.

Também no que concerne ao tratamento pós-cirúrgico, um artigo editado no jornal “Critical Care Medicine” refere existir uma resposta fisiológica efetiva à música por parte de enfermos intervencionados cirurgicamente. Mozart revelou possuir maior efeito sedativo do que os fármacos! Verificou-se uma diminuição da pressão sanguínea e dos batimentos cardíacos, a par de uma menor necessidade de recorrer a analgésicos e de uma descida dos níveis de algumas hormonas relacionadas com o stress.

Foi no término da Segunda Guerra Mundial que surgiu a ideia de convidar músicos para tocar em hospitais. Tal apoio no tratamento dos feridos aportou frutos tão positivos que as autoridades médicas americanas resolveram profissionalizar pessoas com o intuito de se recorrer à música como terapia. Então, em 1944, foi desenvolvido o primeiro curso de Musicoterapia, pela Universidade Estadual do Michigan, nos Estados Unidos.

A musicoterapia traduz o uso da música como instrumento de saúde, evidenciando a real possibilidade de reabilitar e prevenir doenças por meio dos sons. Presentemente, muitos médicos de diversas especialidades fazem uso da música como expediente terapêutico em patologias como a hipertensão e o cancro, e advogam que o método é um excelente complemento do tratamento convencional, capaz de reduzir as consequências da doença e, por conseguinte, o emprego de analgésicos e sedativos. O efeito desse tipo de terapia vai além do uso da música como tranquilizante ou como ferramenta para regozijar o paciente. Pesquisas caucionam que o tratamento robustece emocionalmente o doente, ajudando-o a lidar melhor com os sintomas da sua enfermidade.

A música pode estar mais associada à aptidão para tocar algum instrumento ou para cantar. Tem o condão de desenvolver potenciais intrínsecos, agindo ao nível da prevenção e do tratamento de afetações como o stress, o flagelo do século XXI. A musicoterapia é versátil, pelo que se pode usar individualmente, em família ou em grupo. Dirige-se a portadores de deficiências várias, distúrbios psíquicos que incluem a depressão, a esquizofrenia e o autismo, e tem ainda aplicação no âmbito da geriatria.

Em acréscimo, o treino musical fomenta o progresso cognitivo, a atenção, a memória, a destreza motora e cria unidade entre linguagem, música e movimento. Pitágoras atribuía à terapia através da música a designação de “purificação”. Segundo ele, a música curativa destina-se a (re)equilibrar as quatro funções básicas do ser humano: «pensar, sentir, perceber e intuir».

Outra realidade onde a musicoterapia tem uma utilização crescente diz respeito ao aumento exponencial de idosos institucionalizados. O internamento do idoso em lares surge, normalmente, da impossibilidade da família em tomar conta do seu velho ou na sequência do stress e/ou esgotamento físico do cuidador após doença prolongada do idoso, falta de tempo ou intolerância à senilidade.

Desenraizados e vulneráveis, a música tem a dita de amenizar as mudanças radicais que os idosos enfrentam quando são internados, os imensos fatores de desestabilização a que ficam sujeitos, desde as novas regras do dia a dia até à coabitação com pessoas desconhecidas e que não escolheram para compartilhar o espaço e a vida, e, sobretudo, a perda dos vínculos com familiares, amigos e vizinhos. Os idosos sentem-se isolados, desvalorizados, desprovidos de autoestima e, muitas vezes, da própria identidade.

O fato de a população estar cada vez mais envelhecida exige políticas de saúde específicas, mormente virada para a conservação da capacidade funcional dos seniores. Atualmente, buscam-se novas modalidades de tratamento, com uma abordagem multidisciplinar, no sentido da concepção da pessoa idosa com um todo, harmonizando estrutura física e mental. Neste contexto, a utilização da música revela-se um meio eficaz na solução de conflitos internos, na expressão de emoções, na evocação de lembranças e no reavivamento de fatos inconscientes. A memória reativada converte a velhice em tempo de recordar, dando azo a reconstruir e reviver episódios significativos da sua juventude e repensar, com as imagens do presente, as experiências do passado.

Ouvir música é saudável para toda a gente. Alivia tensões, ajuda a refletir, transporta-nos para cenários prazerosos, cura-nos. Qual a importância da música na sua saúde a na sua vida?

Artigo originalmente postado em Rua Direita

Para saber mais:
VEJA on line - Ouvir música libera dopamina e dá prazer

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Cebolas podem ser tóxicas

A cebola é daqueles alimentos que diariamente entram na nossa cozinha. Quer seja na confecção de refeições, saladas, ou num simples patê, lá está presente esta preciosidade de alto valor nutritivo e medicinal. Há quem faça caretas quando se fala de cebola, mas a verdade é que sem ela a culinária não seria a mesma e na saúde é considerada como um dos vegetais mais saudáveis. É um excelente depurativo para o sangue e possui cálcio, fósforo, enxofre e vitaminas A, B e C. Ajuda a reduzir o colesterol, é rica em antioxidantes e reduz a gordura das artérias quando consumida crua. Mas estes são alguns dos benefícios, porque eles são imensos. 
É necessário saber algumas coisas sobre a cebola, porque é muito benéfica para a saúde pelas propriedades contém, mas é necessário saber exatamente como utiliza-la. A cebola é necessária e muito usada para realizar pratos, mas numa condição, se usada corretamente. Muitas vezes, as pessoas usam metade de uma cebola para realizar um prato e guardam a outra metade para usar no dia seguinte. Nunca faça isso! A cebola deve ser usada no próprio dia,  porque se a conservar no frigorífico, ela vira tóxica e perigosa. Por isso cebola sim, mas usada inteira no próprio dia.

Fonte: Sem Stress


Curiosidade - A cebola fazia parte da culinária do antigo Egito. Diante de uma provação temporal, um bando de estrangeiros que havia saído com o povo do Egito sentiu grande desejo e começou a murmurar. Estava enjoados do maná e famintos por carne, contagiando os filhos de Israel que lembraram-se, saudosos, dos quitutes do Egito, incluindo a cebola. Está em Números 11.5. 


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sexta-feira, 23 de março de 2012

Cigarro mata cerca de 6 milhões por ano


O que as seis maiores empresas do ramo tabagista lucraram em 2010 equivale a US$ 6.000 por cada morte causada pelo fumo nesse ano.

Essa é a conclusão da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançado pela Sociedade Americana do Câncer e pela Fundação Mundial do Pulmão, durante a 15ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, em Cingapura.


Segundo o documento, as seis empresas líderes lucraram US$ 35,1 bilhões em 2010, concentrados na empresa estatal chinesa de tabaco (US$ 16 bilhões) e na Philip Morris (US$ 7,5 bilhões). Esse lucro é maior, diz o atlas, que o da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald's somados.

Já o número de mortes pelo fumo se aproximou de 6 milhões em 2010, 80% fora dos países desenvolvidos.

"Apesar do progresso feito desde que lançamos o primeiro documento [em 2002], 50 milhões de pessoas morreram como resultado do uso do tabaco, fumando mais de 43 trilhões de cigarros. É quase incompreensível", afirmou John Seffrin, da Sociedade Americana do Câncer.

Divulgado a cada três anos, o atlas traz dados específicos sobre cada país e região.

A principal informação ressaltada sobre o Brasil indica a consequência da aprovação, em 2011, da Medida Provisória que baniu os fumódromos. A medida, diz o texto, tornou o Brasil o maior país totalmente livre do fumo.

Rússia, China e Estados Unidos não adotaram medidas semelhantes; a Índia o fez parcialmente. Falta no Brasil, no entanto, um melhor monitoramento da epidemia do tabaco, aponta o novo documento.

Fonte: Folha
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