Eu te exaltarei, Senhor, pois tu me reergueste e não deixaste que os meus inimigos se divertissem à minha custa.
Senhor meu Deus, a ti clamei por socorro, e tu me curaste.
Senhor, tiraste-me da sepultura prestes a descer à cova, devolveste-me à vida.
Cantem louvores ao Senhor, vocês, os seus fiéis; louvem o seu santo nome.
Pois a sua ira só dura um instante, mas o seu favor dura a vida toda; o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria.
Quando me senti seguro, disse: Jamais serei abalado!
Senhor, com o teu favor, deste-me firmeza e estabilidade; mas, quando escondeste a tua face, fiquei aterrorizado.
A ti, Senhor, clamei, ao Senhor pedi misericórdia:
Se eu morrer se eu descer à cova, que vantagem haverá? Acaso o pó te louvará? Proclamará a tua fidelidade?
Ouve, Senhor, e tem misericórdia de mim; Senhor, sê tu o meu auxílio.
Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu tedarei graçaspara sempre.
Este não é um testemunho daqueles que chamamos de bombásticos, mas uma história simples sobre coisas simples e que demonstra que Deus se importa conosco e nos atende também de forma especial, segundo o seu querer soberano e para sua glória.
Há dez anos eu o ouví, contado pelo próprio irmão que experimentou essa benção quando ele, já avançado em idade, dirigia um culto dominical na AD em Córrego do Botijão (Vasco da Gama, Recife/PE) e transcrevo para acréscimo de nossa fé no Senhor, o Deus da nossa providência.
Quando o bairro do Janga, em Paulista, ainda era um desabitado reduto de pescadores, sem prédios ou casas de veraneio, apenas palhoças de humildes homens do mar, um irmão, morador daquela paupérrima localidade, caminhava com seu filho, tarde da noite, vindo de uma congregação onde dirigira o culto. Era auxiliar de trabalho ou diácono, não sei bem, andava quilômetros para dirigir seus cultos com todo o prazer.
A escuridão à beira mar e o barulho das ondas, tornava o caminhar propício à meditação. Os barcos chegavam do mar carregados de peixe, direto para a Cooperativa dos Pescadores.
Foi quando o irmão disse ao seu filho:
- Se papai pudesse, iria na Cooperativa e comprava peixe para nós almoçarmos amanhã.
- Mas papai porque o Sr. não compra? perguntou o garoto;
- Porque papai não tem dinheiro, filho.
Dizendo isto, um lampejo brilhou em seus olhos e com a expressão de quem acaba de descobrir algo novo, virou-se para o grande mar e disse enfaticamente:
- Mas, o meu Deus é dono desse mar!
Ao retomar a caminhada, vislumbrou logo à frente, na penumbra, algo se debatendo na espuma das ondas. Era uma arabaiana de uns 4Kg!! Ao lado, um pedaço de madeira.
Sem hesitar, o irmão pegou a madeira e abateu o peixão. Felizes e com a fé redobrada, caminharam para o lar.
Que noite de providência e de experiência de fé com Deus, o dono do céu, da terra e do mar!
O texto a seguir está publicado no Blog do Pr Luiz Eduardo, o Fatos em Foco, e eu acredito que seja um assunto de grande seriedade e do maior interesse pela liberdade de expressão e de atuação em favor de quem busca ajuda para esse conflito de personalidade, especialmente nestes dias o governo parece querer institucionalizar práticas totalmente imorais.
A psicóloga Rozangela Justino (foto) está protagonizando uma épica batalha em prol do livre pensar e do próprio fundamento da ciência psicológica - o estudo e análise da psiquê humana e os meios possíveis para o auxílio. Acusada de "tratar" homossexuais, Rozangela está para ser julgada pelo Conselho Federal de Psicologia pelas "acusações" que vem sofrendo, podendo perder o direito de exercer a profissão, que exerce desde 1981
. Hoje (26), está para sair no Fantástico uma matéria sobre o assunto, e a psicóloga teme, pela forma como foi tratada pela reportagem da Folha de São Paulo, conforme ela mesma descreve em seu blog (http://rozangelajustino.blogspot.com), e, ao que tudo indica, pela própria reportagem da Globo. Rozangela alerta em seu blog que, se for desrespeitada pelo jornalismo da Globo, irá procurar os meios legais. Em carta aberta, a psicóloga convoca aqueles que prezam pelo direito inelutável à liberdade de consciência e expressão, a que se solidarizem consigo, divulgado seu caso e manifestando apoio a sua causa, que perpassa quaisquer interesses politicóides de quaisquer grupos ou entidades com motivos escusos - o que acontece com os movimentos políticos que querem ver o fim de sua carreira, conforme ela mesma alerta. A seguir, a carta de Rozangela:
"Provavelmente, o dia 31 de julho será um dia comum para algumas pessoas, mas, se a data do meu julgamento junto ao CFP- Conselho Federal de Psicologia - for mantida, será um marco na história do MOVIMENTO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA, composto por profissionais, instituições e conselheiros que valorizam o ser humano, da concepção até a morte natural, e a família, segundo os princípios cristãos.
Cabe ao CFP dizer se continuarei a exercer minha profissão sem censura pública! Ou seja, se poderei fazer o que já faço antes mesmo da graduação em Psicologia, em 1981: apoiar pessoas em estado de sofrimento psíquico, vítimas da violência estrutural/social/doméstica, e que desenvolveram transtornos afetivos, comportamentais e sexuais, incluindo as que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade. A estas, venho apoiando há 20 anos.
Então, é o CFP que decidirá se tenho ou não liberdade de pensamento, liberdade de expressão e liberdade científica; direitos que, segundo nossa Carta Magna ( Art 5º da CF/88), já estão garantidos?
Não seria incoerente o CFP me censurar ou me impedir de trabalhar, mesmo eu sendo:
1) Graduada em Psicologia desde 1981;
2) Ser especialista na área clínica e escolar/educacional (reconhecida pelo próprio Conselho Regional - RJ);
3) Pós- graduada em Psicodrama - quando não havia censura científica por apoiar pessoas que desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, tanto que meu trabalho de conclusão deste curso foi “Homossexualidade X Heterossexualidade – uma possibilidade de resgate da heterossexualidade”, pelo Centro de Psicodrama do Rio de Janeiro. Além disso, apresentei trabalhos sobre o tema tanto em Congressos de Psicodrama organizados pela FEBRAP-Federação Brasileira de Psicodrama, quanto na DELPHOS, Associação de Psicodrama a qual eu era afiliada;
4) Ter treinamento em EMDR (conhecido como a terapia do estresse pós traumático), pelo EMDR, Institute Inc.;
5) E ainda cursado a especialização em atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica, na PUC-RJ?
A realidade mostra que o próprio Conselho Federal de Psicologia e Regionais vêm extrapolado as suas funções alicerçando-se em estruturas sem consistência teórica, e sem respaldo jurídico, quando baixam uma norma inconstitucional e ditam o que o profissional deve ou não considerar científico.
Após a Resolução 01/99, ficou evidente também que este Conselho Profissional optou por trabalhar contra a ciência, em detrimento dos teóricos e escolas consagradas na Psicologia, adotando um novo referencial teórico, sem dizer o nome desta sua “nova escola”. O Conselho vem impondo aos seus profissionais a sua teoria e pedagogia, como estratégia política. Hoje sabemos que o Conselho Federal de Psicologia e Regionais, estão, infelizmente, alicerçados na teoria e prática pedagógica da desconstrução social, também denominada “queer” (Faça uma busca sobre esta 'teoria' no Google e também leia no blog: http//rozangelajustino.blogspot.com – “O que está por trás do movimento homossexual”, em 2007).
O professor ateu, que trabalha nos EUA, Alan Sokal, juntamente com o professor Belga, Jean Bricmont, escreveram o livro: “Imposturas Intelectuais – o abuso da ciência pelos filósofos pós-modernos”, RJ: Record, 2006, para “atacar o cada vez mais comum abuso da terminologia científica e a irresponsável extrapolação de idéias das ciências naturais para as ciências sociais. Mais amplamente ... denunciar o relativismo pós-moderno, que sustenta a tese de que a verdade objetiva não passa de uma convenção social” (contra capa) e denunciam ainda que tais intelectuais “'atacam a racionalidade' como estratégia política para exercerem um poder político ou econômico para 'encobrir as relações de força em que o seu próprio poder está assentado'” (p.221). Sokal e Bricmont declararam que vêm sendo criticados por suas oposições à “obra teórica antifundacionalista [isto é, pós-modernista]” e – horror dos horrores – “por procurar construir um consenso fundado sobre as noções da realidade. Fomos retratados como marxistas socialmente conservadores tentando marginalizar as políticas feminista, homossexual, ...” (p.227 – grifo nosso) .
Assim, no campo intelectual, estas teorias e suas práticas disformes, inconsistentes e inconsequentes vêm pervertendo não somente a ordem social como também os conceitos científicos, o que se reflete no ser humano que se encontra em estado de sofrimento, acrescentando-lhe mais dor, especialmente ao que deseja procurar apoio e não encontra o acolhimento desejado, bem como seus familiares. Este é o reflexo mais perverso desta “impostura intelectual” com finalidades políticas e econômicas.
Além do sofrimento que já carrega advindo da sua própria condição homossexual egodistônica - caso em pauta: a OMS declara que, "se a pessoa se encontra em sofrimento psíquico, pode procurar tratamento para alterá-la"; Classificação dos Transtornos Mentais e Comportamentais da CID 10 (Porto Alegre, Artmed:1993): "a direção para a alteração é opção da pessoa que procura o apoio – ela pode tentar se ajustar à homossexualidade (o que o Conselho de Psicologia quer impor aos seus profissionais e as que procuram o profissional) ou decidir deixá-la, voluntariamente, se esta for a sua escolha ao procurar o apoio terapêutico". Portanto, o ser humano em estado de sofrimento está recebendo os respingos da briga teórica e da imposição das “imposturas intelectuais” à prática psicológica caso opte, por razões próprias, por deixar a homossexualidade.
A postura do CFP e Regionais não seria, portanto, mais uma forma de violência social contra o ser humano a partir de uma violência intelectual ou violência teórica?
Os reflexos da minha condenação no MOVIMENTO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA:
A minha condenação abrirá um precedente para que mais psicólogos sejam julgados e condenados por apoiar os que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, reforçando a mordaça que o próprio Conselho Profissional nos impôs. Nós, Psicólogos, nos encontramos sem liberdade de pesquisa científica, pois a única linha de pesquisa aceita é a dos “pseudo intelectuais” pós-modernos, conformados com a “teoria queer”. Os profissionais que têm uma linha de pensamento diferente desta abandonarão, forçosamente, as suas pesquisas e produções teóricas e é o que já tem ocorrido.
Além dos Psicólogos, esta mordaça também vem sendo colocada, ao longo dos anos, em líderes de instituições de apoio ao ser humano e à família que professam a fé cristã e que apóiam os que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade. Aliás, esta Resolução ‘queer’ foi adotada para perseguir os profissionais que participaram de um evento religioso em Viçosa, MG, visando o apoio aos que voluntariamente desejam deixar a atração pelo mesmo sexo, declaração feita pela então presidente do CFP , Ana Bock, em 2000, à Revista VEJA (busquem na internet).
Antes mesmo da Resolução ‘queer’ ser imposta aos profissionais de psicologia, o Movimento de Apoio já trabalhava em constante tensão, num verdadeiro clima de terror, obrigado a se comportar como se estivesse cometendo um crime. Não manifesta opinião acerca da homossexualidade, não diz o que faz ou onde funciona, pois a perseguição e pressão de grupos opostos são tão fortes que parece ser muito errado apoiar as pessoas que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade!
Tanto os profissionais quanto os conselheiros desta área sofrem desgastes físicos, emocionais, financeiros, além de terem a sua imagem pessoal comprometida por se disporem a ajudar os que os procuram com tal demanda na sexualidade. Apoiadores já tiveram fezes atiradas em suas casas e têm sido constantemente ameaçados através de e-mails e cartas. Tudo isso tem refletido nos muitos ministérios de apoio existentes no Brasil. Muitos apoiadores querem proteger suas famílias e, se um for profissional da área de Psicologia, acabam por colocar em risco o seu sustento pessoal.
O maior problema a enfrentar é o da violência por parte de alguns repórteres da mídia, defensores com este movimento desconstrutor social que inescrupulosamente atentam contra o seu próprio código de ética profissional, além de irem de encontro à própria lei da imprensa, como foi o caso do Repórter da Folha de São Paulo, Vinícius Galvão, que se disfarçou de paciente para me comprometer (cf. blog: http//rozangelajustino.blogspot.com). Espero que a Rede Globo, e outros veículos de comunicação que estão me entrevistando, também não contribuam para meu prejuízo pessoal, pois muitos comprometem outros, mas não se comprometem com os seus próprios atos. Por exemplo, depois de eu dar uma entrevista para o Fantástico do próximo dia 26, a repórter da Rede Globo, Luciana Osório, não quis assinar o termo de compromisso que apresentei como condição para continuarmos a entrevista (v. informações no site da ABRACEH e no meu blog).
O que vemos na prática é a mídia (com exceções) trabalhando em conjunto com o movimento da desconstrução social “queer”, de forma a minar os alicerces do ser humano até destruí-lo, assim como aos profissionais que trabalham para apoiar o seu próximo e fortalecê-lo. Faz parte da política e da pedagogia “queer” perseguí-los usando todos os recursos da sua ditadura, até a inquisição.
Por todas estas razões, caso eu seja condenada à censura pública, maior temor haverá entre os psicólogos e muito mais nas instituições de apoio existentes no Brasil, todos estarão sob um clima de tensão constantes, devido a esta ditadura, a quase um passo da inquisição gay!
Qualquer punição que me venha a ser imposta será um ato de injustiça e violência não só contra a minha pessoa e contra o meu papel profissional, mas também contra o ser humano e à família, contra a sociedade brasileira. Por isso, faça a sua parte, participe do abaixo-assinado on line no site da ABRACEH: www.abraceh.org.br (final do menu, do lado esquerdo). Ou imprima o documento abaixo e passe em sua comunidade. Divulgue, veicule em sua instituição e entre amigos. Envie as páginas assinadas para a CAIXA POSTAL 106.075 – Niterói – RJ CEP 24.230-970".
Se você entendeu todas as variáveis que estão envolvidas na questão de Rozangela e compreende como pode ser importante a sua participação a seu favor, manifeste-se. É nosso dever moral e cívico apoiarmos sua causa.
Estarei orando e conclamo os internautas cristãos a apresentarem a vida da psicóloga Rozangela diante de Deus.
Percutindo o resultado da Cantata, transcrevo o texto publicado pelo mano Tharsis Kedsonni, do Assem-Bereia de Deus:
50 pessoas, entre desviados e não-evangélicos, aceitaram a Cristo durante a apresentação da cantata "A volta do filho pródigo" (Lc 15.14a), realizada no Templo Central da Assembleia de Deus em Recife (PE). O culto foi marcado pelo poder regenerador e convincente do Espírito Santo nos corações dos presentes, e o número de decisões foi um dos maiores do ano no Templo Central. A Rede Estação Sat - Canal 14 UHF e a Rede Brasil de Comunicação fizeram a cobertura da festividade.
A cantata tinha a participação do Coral Filadélfia, Coro Jovem da CETEC (Campanha Evangelizadora do Templo Central) e Coro e Orquestra Doce Harmonia, cujos componentes sacrificaram, durante o mês de julho, as quintas-feiras e domingos para os ensaios, procurando afinar as vozes e instrumentos para este grande evento evangelístico.
Durante pouco mais de trinta minutos, cerca de 100 vozes - regidas pelo maestro Genílson Luiz e padronizadas com as cores azul, preto e branco - entoaram vários hinos sequenciais compostos com belas e inspirativas mensagens, e arranjados por Walson Filho e pelo maestro Genílson.
Com mais de 1500 convites distribuídos e cem cartazes de divulgação espalhados pela cidade, a cantata alcançou a meta principal: almas rendidas aos pés de Jesus. O organizador da cantata, Rogério Falcão, expressou sua alegria demonstrando a sensação de dever cumprido: "Ficou tudo perfeito, para Glória de Deus. Eu estou aqui maravilhado, sorrindo com as paredes. Deus sabe que marcou minha vida!"
Com certeza, a festa no céu pelas 50 novas vidas em Jesus foi grande (Lc 15.7,10). Foram 50 pródigos arrependidos e levados a Cristo através do poder do Espírito Santo operante nos louvores dos participantes da cantata.
A-BD® (Se possível, atualizaremos essa notícia com as fotos da cantata)
Neste domingo, 26/07/2009, às 19:00h, no Templo Central das Assembléias de Deus em Pernambuco, situado na Av. Cruz Cabugá, 29, Santo Amaro, Recife/PE, será apresentada a cantata "A volta do filho pródigo".
Baseado no texto de Lucas 15:24a, a organização do evento, sob a presidência do Pr Ailton José Alves, tem caráter evangelístico e será transmitido ao vivo pelo Canal 14 (UHF) Rede Estaçãoe pela web (som e imagem) através do site www.redebrasildecomunicacao.com.br.
A Cantata tem a participação do Coral Filadélfia, o primeiro Coral a ser organizado na AD em Recife (1935), da Orquestra Doce Harmonia e do Coro Juvenil da CETEC (Campanha Evangelizadora do Templo Central).
Compareça e leve um amigo não-evangélico ou afastado dos caminhos do Senhor.
A Orquestra Sinfônica do Recife (OSR) preparou uma maratona musical com seis horas de duração para comemorar os 79 anos de sua fundação. A programação será no próximo domingo (26/07), a partir das 14h, no Teatro de Santa Isabel. O evento é aberto ao público.
No programa constam grupos e nomes importantes como a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque, regida pelo Maestro Cussy de Almeida, além de Grupos de Câmara, Recital Pianístico e ainda uma homenagem a Villa-Lobos, pelos 50 anos de seu falecimento. O encerramento fica por conta da própria OSR, regida por Osman Gioia.
Programa:
14h – Abertura com a Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque (Regente: Maestro Cussy de Almeida)
14h50 - Orquestra Experimental de Câmara (Coordenação: João Carlos Araújo)
15h30 - Quarteto de Cordas ENCORE
16h - Quinteto de Violoncelos da Orquestra Criança Cidadã dos Meninos do Coque
18h - Encontro Coral - Grupo Vocal Monet (Regente: Eduardo Oliveira) - Coral Jóias que Cantam (Regente: Wellington Emanuel) - Coral Águas do Prata – COMPESA (Regente: Jadson Oliveira) - Coral do Carmo do Recife (Regente: Josias Gouveia)
19h – Encerramento com a Orquestra Sinfônica do Recife Regente: Osman Giuseppe Gioia
SERVIÇO: Maratona de Aniversário da Orquestra Sinfônica do Recife Teatro de Santa Isabel Quando: domingo (26), a partir das 14h Onde: Teatro de Santa Isabel Aberto ao público.
Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas.
Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Instruções sobre amizades - As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16).
Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5).
O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.
Exemplos de amizades boas e más - Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:
Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).
Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!
Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!
O que aprendemos?
De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:
1 - Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
2 - Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
3 - Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
4 - Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
5 - Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.
Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24).
A data foi criada pelo argentino Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, considerando a conquista não somente uma vitória científica, como também uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do universo.
Assim, durante um ano, o argentino divulgou o lema "Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro".
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo , é quando as pessoas trocam presentes, se abraçam e declaram sua amizade umas as outras, na teoria.
O Dia do Amigo foi adotado em Buenos Aires, na Argentina, com o Decreto nº 235/79, sendo gradualmente adotado em outras partes do mundo.
No Estado do Rio de Janeiro, o dia do amigo também possui caráter oficial, a partir da promulgação da Lei 5.287, que instituiu o dia 20 de julho como o Dia do Amigo no território fluminense.
Em outros países, tais como os Estados Unidos, comemora-se, no primeiro domingo de agosto, o Dia Internacional da Amizade (International Friendship Day).
Hoje o mundo comemora 40 anos de um fato histórico muito controverso: a chegada do homem à lua.
Se para muitos esse foi uma grande conquista da qual derivam avanços incontestáveis para a ciência e principalmente a tecnologia, para outros tudo não passou de uma fraude político-ideológica montada com tudo o que havia de melhor da indústria cinematográfica e lançada "ao vivo" pelo mundo inteiro.
Questionamentos à parte, o fato é que a ciência avançou rapidamente no último século, acelerando conquistas antes restritas ao imaginários de loucos.
Esse avanço faz parte do cumprimento das profecias bíblicas, inerrantes, que apontam para o fim dos tempos (Dn 12.4). Ademais, a possibilidade da conquista do espaço já era descrita na profecia de Obadias 1.4, inda que a soberba e a presunção do homem por suas realizações sejam punidas pelo Senhor.
Eu não duvido do fato histórico. Ele pode sugerir elementos conspiratórios tanto quanto a morte de Kennedy por exemplo, mas não é impossível de ser provado ou realizado mesmo para os padrões daquela época.
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VEJA - Em 21 de dezembro de 1968, Frank Borman, Jim Lovell e Bill Anders foram os protagonistas de um show inusitado. A missão Apollo 8 durou sete dias e seis noites e foi a primeira a levar o homem à órbita da Lua. Os Estados Unidos davam um passo à frente da União Soviética. Os tripulantes, porém, não conseguiram pousar na Lua. A nave apresentou defeitos graves, enfrentou um choque com um meteorito e uma tempestade solar. Mesmo assim, a operação foi considerada um sucesso: os três conseguiram retornar aos Estados Unidos e o sentimento geral era de que o homem estava pronto para receber o futuro.
Diretores da Nasa anunciaram para o ano de 1969 mais cinco missões Apollo. A de número 9 foi um importante teste de equipamentos e a missão 10 avançou um pouco, mas também não chegou a atingir o solo lunar. No dia 20 de julho de 1969, no entanto, Neil Armstrong, da Apollo 11, tornou-se o primeiro homem a pisar na Lua. A novidade foi comunicada pela TV e pelo rádio a cerca de 1,2 bilhão de pessoas. VEJA anunciou a façanha com o seguinte título: "Chegaram". A tripulação contou com mais dois homens: Buzz Aldrin e Michael Collins. Armstrong proferiu uma das mais famosas frases da história: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade".
A bandeira dos Estados Unidos foi hasteada e a ela Armstrong e Aldrin prestaram continência. Em solo lunar foi deixada uma placa com a mensagem: "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade". Na bagagem, os astronautas trouxeram 37 quilos de pedras, que foram analisadas em laboratórios. A idéia era descobrir por meio dessas rochas os segredos do sistema solar e de todo o mundo.
Quatro dias depois dos primeiros passos na Lua, os três voltaram a Terra e ficaram isolados durantes muitos dias. A hipótese de que poderiam sofrer algum tipo de contaminação foi logo descartada. De acordo com os astronautas mais importantes do mundo, a chegada do homem até a Lua representava a nova era da vida na Terra. Os soviéticos saudaram os americanos, mas não se livraram do amargo gosto da derrota.
A missão Apollo 12 esteve na Lua em novembro de 1969 e foi responsável por investigar crateras. Os tripulantes voltaram a Terra com muitas fotografias e material coletado no solo da Lua. No início de 1970 foi a vez da aventura por meio da Apollo 13. A missão foi conturbada em função de vários problemas com a nave durante a viagem de ida. Os astronautas James Lovell, Fred Haise e John Swigert reagiram ao inusitado de forma serena, não demonstraram medo, tomaram as providências emergenciais com precisão e conseguiram voltar com vida.
Alguns anos após a primeira viagem até a Lua, imaginava-se que a colonização de outros planetas viria logo em seguida. O Projeto Apollo durou duas décadas e foram investidos mais de 40 bilhões de dólares por parte dos Estados Unidos. O valor da conquista simbólica é inegável e lucrou-se muito com a aplicação da tecnologia espacial em outros setores industriais. Em ganhos práticos ainda falta muito. A meta da Nasa é que o homem volte a pisar na Lua por volta de 2015.