quarta-feira, 23 de março de 2011

Time de Futebol paga sacríficio de candomblé encomendado por torcerdor

Nesta terça-feira (23/03), no início da tarde, dois representantes enviados pela diretoria do Sport subiram as ladeiras do Jordão Baixo para bater na porta do babalorixá Pai Carlos. Na Catedral de Ynhansã, um terreiro de candomblé, o assessor de imprensa do clube, Amaury Veloso, entregou uma maleta com R$ 5 mil ao pai de santo, valor referente à dívida que teria sido contraída pelo Sport em 2008, segundo explicou o babalorixá.

Ao misturar de maneira oficial (o pagamento foi autorizado pelo presidente Gustavo Dubeux) futebol com religião, a diretoria rubro-negra escancara seu grau de desespero com a má fase do time, seriamente ameaçado de ser eliminado ainda na primeira fase do Pernambucano. Senão o maior, o adeus precoce ao sonhado hexa seria certamente um dos maiores vexames da história do clube.

A história começa com o título da Copa do Brasil. Há aproximadamente três anos, um torcedor contratou os serviços do babalorixá com o objetivo de ´assegurar`a inédita conquista. Até hoje o nome do empresário é mantido em sigilo. Segundo Pai Carlos, depois da confirmação do título, Exu, entidade que teria "ajudado" o Sport, pediu uma oferenda em troca ao clube. "Exu queria um búfalo, mas é complicado achar por aqui. Então ele aceitou um boi mesmo. O pagamento tinha que vir do clube, não podia ser de torcedor", disse.

Pai Carlos, no entanto, esclarece: "O boi não garante o hexa. O Sport apenas pagou uma dívida. Não estou fazendo nenhum trabalho para o time ser campeão. Mas o pagamento vai abrir os caminhos e espantar a nuvem negra que ronda o Sport. Agora resta aos jogadores e ao técnico lutar e se preparar espiritualmente."

De acordo com Pai Carlos, o dinheiro será totalmente revertido para a compra de um boi. O babalorixá garante que vai conversar com Exu para evitar o sacrifício do animal. "Se ele autorizar, prefiro doar o boi para uma entidade filantrópica." As ameaças de torcedores têm sido frequentes. "Eles dizem que vão me mandar para o Cotel, que não posso matar o boi. Se for assim, terão que prender todos os babalorixás."

O ritual será realizado no mesmo terreiro visitado na terça pela reportagem do Superesportes. Apesar de ainda não ter sido agendado, deve ocorrer até a próxima sexta-feira. Uma cerimônia a portas fechadas, com cerca de quatro horas de duração, que deve contar com a presença de 25 pessoas.

Saiba Mais
Em 1999, em meio à pior crise de sua história, o Náutico também pagou um boi. Em vez do Pai Carlos, ao Pai Edu. Com o clube afundado na Terceira Divisão, os dirigentes do clube resolveram saldar uma dívida antiga com o babalorixá.

Pai Edu foi contratado para ajudar o Náutico a ser campeão pela primeira vez em 1963. Dispensado no início de 1967, foi chamado às pressas para "recuperar" o time. O Timbu foi novamente campeão. Mas o boi não foi pago. Em 1968, os dirigentes quiseram quitar a dívida, mas a entrega de um boi castrado não satisfez o pai de santo. De 1968 a 1998, o Náutico conquistou apenas quatro títulos.

Fonte: Pernambuco.com
Publicado também no Caderno de Esportes do Diário de Pernambuco, 23/03/2011.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Música de culto e música de entretenimento - Rolando de Nassau

 
Estudando a história da Igreja, podemos distinguir, desde os primórdios, dois usos da música cristã: o uso eclesiástico (canto litúrgico de salmos e hinos, de procedência sacerdotal) e o uso doméstico (canto livre de cânticos, de origem folclórica ou popular). Durante os séculos I e XI, houve o predomínio do canto litúrgico na Igreja, mas, desde o século XII, tem havido tensões entre a música consagrada ao culto divino e a música destinada ao entretenimento.

A música de culto é funcional, não ornamental; tem uma função: preparar o ouvido e a mente do adorador para o louvor, isto é, prepará-lo para sentir a alegria que Deus tem com a sua atitude submissa. Culto é adoração, não é show.

A música de entretenimento, esta sim, é um ornamento: tão mais precioso, mais eminente e mais embelezador, quanto mais cara fôr a sua aquisição, quanto mais exclusiva fôr sua audição e quanto mais estimável fôr o caráter da pessoa que ouve a sua execução.

O adorador está preparado intelectualmente para a música de culto, na mesma medida e no mesmo nível em que esteve usando a música de entretenimento. Pode-se medir o nível intelectual (não é referência à sua formação escolar) de um crente pela música de entretenimento que ele costuma ouvir.

Existe um gênero específico de música para o culto, que não depende do gosto do ouvinte. O gosto deve estar subordinado à especificidade da música; é litúrgica ou religiosa, mas não pode ser profana.

Deve prevalecer o interesse auditivo sobre o visual; é para ser ouvida, não para ser vista, porque o culto não é espetáculo.

Estão na moda os shows musicados e os espetáculos coreografados. Ora, a música de culto toca nos sentimentos e emoções do adorador, mas a música de entretenimento agita os braços e as pernas do participante, faz o corpo gingar, a voz se altear, o rosto se afoguear, a psique se alterar e ... até a libido se excitar ...

Há, em todos os casos de mau uso do talento artístico no culto, a preocupação da espetaculosidade, porque as pessoas envolvidas não sabem discernir entre música de culto e música para entretenimento.

A igreja, que estava de pé, gloriosa, pregando o Evangelho, orando e cantando hinos (com tal fervor espiritual, que levava os pecadores a se ajoelharem contritos em adoração, e a se levantarem alegres em louvor a Deus), agora está submissa ante os caprichos de artistas influenciados pelo mundanismo, sempre que considera subprodutos da música profana como atrativos de pecadores para o culto.

Sua igreja está nessa triste situação?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Posso ou Devo?


Se me amais, guardareis os meus mandamentos. (Jo 14:15)

Pr. Wagner  Antonio de Araujo

Perguntei a um jovem: "como está a sua comunhão com Deus?" Ele me respondeu, com ares de quem não sente a menor crise de consciência: "Não posso dizer que vai bem, mas o básico eu faço: oro antes de dormir e leio um versículo da bíblia, pelo menos". Pobre garoto! Engana-se a si mesmo! Tal relação espiritual em muito se assemelha aos casais de namorados, com relacionamento em estágio terminal: não há o que conversar, não há o que comentar, só se pede, nada se dá, e a culpa é sempre do outro. Para o menino, Deus ainda deveria estar muito contente de haver um rapaz que lê um "versiculosinho" ou que faz uma "oraçãozinha-merreca" antes do ronco. É mais um jovem evangélico, a demonstrar, de forma grotesca e rústica, a péssima qualidade espiritual da igreja do século XXI.

Quando não há comunhão, a grande questão é: "até onde será que eu posso ir? Posso beber? Posso fumar? Posso ficar? Posso transar? Quantas vezes eu posso pedir perdão pelo mesmo pecado? Se ninguém ver, estará tudo bem? Será que não é apenas preconceito, uso e costumes, questões culturais?" Aquele que vive um estado espiritual meramente vegetativo, caça brechas, nas quais possa enquadrar-se como alguém menos pecador do que realmente é. É a vontade de auto-justificar-se à todo custo. Seu cristianismo é pura tradição.

Quando há comunhão, a questão é outra. Não se pergunta: "posso fazer isso?", mas "devo fazer isso? Será que edifica? Será que é construtivo? Isso beneficiará a mim e aos demais? Não será motivo de escândalo? E se um irmão mais fraco me vir assim, estaria eu em paz comigo mesmo e com Deus? O que quero está baseado no amor altruísta?" No coração do legítimo comungante, a glória de Deus e a edificação do próximo vêm em primeiro lugar. O gosto pessoal passa por esses crivos. E as decisões são baseadas nisso, mediante a revelação contida nas Escrituras Sagradas. É a chamada "lei da liberdade em amor", mencionada por Tiago, em sua epístola.

Para Cristo, quem o ama guarda os seus mandamentos. E quem não o ama, não guarda. É simples, não? Alguns considerariam simplista, mas não é. Deus é um ser definido. Não há morno, mas quente ou frio. Não há talvez, mas sim ou não. Não há purgatório, mas céu ou inferno. Deus é tão claro e definido como o código binário, da informática: ou é zero, ou é um. Não há dois ou mais. Ou se está ligado, ou desligado. Ou se é salvo, ou se é perdido. Ou se ajunta, ou se espalha. Ou se é à favor, ou se é contra. Ou se é fiel, ou se é infiel. Ou se está certo, ou se está errado. Citando novamente os dizeres do Senhor, ou se ama a Jesus, guardando os mandamentos, ou simplesmente não se ama.

Você é do tipo que ama a Jesus? Ou nunca lhe passou pela cabeça que o amor, desejado por Cristo, traduz-se em atitudes, não meramente em palavras? É fácil demais nos escorarmos na justificação pela fé, mediante a graça do Senhor. O difícil é entender e aceitar que essa graça, motivada pela fé que ela nos outorga, produz indubitavelmente um fruto, e esse fruto se chama obediência. Quem não obedece, ainda não experimentou, de fato, do amor de Deus em sua vida. O Apóstolo Paulo diz: "o amor de Cristo nos constrange" II Coríntios 5.14. Se o amor de Cristo não estiver a constranger o nosso coração, então não houve salvação, nem justificação, nem regeneração, e estamos perdidos.

E não se está falando aqui de perfeição. Nenhum de nós é perfeito. Nem um de nós é isento de pecado. Todos tropeçamos e caímos. Infelizmente nós ainda não alcançamos a perfeição, e nem a alcançaremos enquanto na Terra. Mas falamos de comunhão: quanto mais próximos do Senhor, mais tocados e transformados somos, e menos coisas erradas e egoístas praticaremos. Em comunhão, subimos os degraus da santificação constantemente, e buscamos não descê-los de novo. Vamos nos esquecendo do que fica para trás, e vamos prosseguindo, sempre melhorando, sempre vislumbrando um comportamento mais correto, mais santo, mais justo, mais perfeito. "Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito." (Pv 4:18). "Irmãos, quanto a mim, não julgo que haja alcançado a perfeição; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (Fp 3:13-14)

Mas ainda pecamos, mesmo sendo crentes. Contudo, há uma diferença básica: os que são regenerados pecam esporadicamente, vitimados pelas armadilhas da carne, do mundo e de Satanás. E arrependem-se amargamente, logo após a tragédia, seja ela grande ou pequena. O Espírito Santo nos convence do pecado (João 16.8). Se somos do Senhor, não teremos paz de espírito em meio ao erro. A consciência nos acusará, a vergonha nos corará, a tristeza do Senhor nos enquadrará. Mas é para o nosso bem, "Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação" (2Co 7:10). Seu propósito é disciplinar, para que não pequemos mais. Deus diz, em Primeira João: "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo." (1Jo 2:1). E, para fortalecimento maior da confiança que temos no Senhor, encontramos também: "Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal." (Pv 24:16); "Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão." (Sl 37:24).

Mas os não-regenerados não se arrependem. Erram, zombam, brincam de enganar a Deus manhã após manhã, e, não raras vezes, tentam enganar a si mesmos com uma falsa comunhão, com uma "oraçãozinha-merreca" e um "versiculosinho" por dia. Irmãos, definamo-nos diante de Deus! Saiamos de cima do muro, e escolhamos hoje a quem queremos seguir! "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor," (At 3:19). A vitória sobre o pecado só é possível quando nos rendemos ao Senhor, e render-se significa recebê-lo como Senhor e Salvador, de verdade, não só da boca para fora. Por que não fazê-lo agora, aqui mesmo, neste momento?

Digamos, se for o nosso caso: "Senhor, perdoa-me, pois sou escravo do pecado. Não consigo libertar-me e nem tenho vontade de libertar-me. Ajuda-me, opera em meu coração, dá-me a fé e o arrependimento necessários, e, com tua mão, segura bem a minha, conduzindo-me à regeneração pela fé em Teu nome. Quero amar a Jesus, e, em decorrência disso, guardar os seus mandamentos, demonstrando todo o meu amor. Por favor, atende-me. Em nome de Jesus, amém".

Deus nos abençoe!

Igreja Batista Boas Novas de Osasco, SP

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quase milagre: Deputado Federal abre mão de salários e vantagens até o final do mandato

O deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF), que foi proporcionalmente o mais bem votado do país com 266.465 votos, com 18,95% dos votos válidos do DF, estreou na Câmara dos Deputados fazendo barulho. De uma tacada só, protocolou vários ofícios na Diretoria-Geral da Casa.
Abriu mão dos salários extras que os parlamentares recebem (14° e 15° salários), reduziu sua verba de gabinete e o número de assessores a que teria direito, de 25 para apenas 9. E tudo em caráter irrevogável, nem se ele quiser poderá voltar atrás.  Além disso, reduziu em mais de 80% a cota interna do gabinete, o chamado “cotão”. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600.
Segundo os ofícios, abriu mão também de toda verba indenizatória, de toda cota de passagens aéreas e do auxílio-moradia, tudo também em caráter irrevogável. Sozinho, vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões nos quatro anos de mandato. Se os outros 512 deputados seguissem o seu exemplo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão.
“A tese que defendo e que pratico é a de que um mandato parlamentar pode ser de qualidade custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. Esses gastos excessivos são um desrespeito ao contribuinte. Estou fazendo a minha parte e honrando o compromisso que assumi com meus eleitores”, afirmou Reguffe em discurso no plenário.


A deputada distrital Rejane Pitanga (PT/DF) seguiu o exemplo do colega. Leia mais AQUI.

terça-feira, 8 de março de 2011

Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu - Pura Verdade

Caetano Veloso não sabia que ao titular essa música nos idos de 1969, poderia estaria falando de algo muito além da dimensão humana.

Realmente, atrás desse tipo de trio elétrico os verdadeiramente mortos para o mundo e vivificados por Cristo não seguem (Col 3.3, Col 2.20, Ef 2.5). Mortos para o mundo mas com a vida escondida em Deus.

Ao contrário do que sugere a poesia, todos os que alí estarão saltitantes não sabem que estão mortos e entregues as vis paixões carnais, jazem no maligno (Rm 7.5, I Jo 5.19). E como Caetano, a multidão parece não querer saber se o "diabo nasceu na Bahia" mas nem se apercebe que este os conduz ao inferno neste largo caminho. É que seu entendimento está cego pelo deus deste século (II Cor 4.4) e somente Jesus pode libertá-los dessas trevas imensas.


Seguir a Cristo é muito melhor que seguir o trio elétrico e somente não o segue quem de fato está morto em delitos e pecados e que lamentavelmente não ouvem Sua voz e nem fazem parte do rebanho Dele (Ef 2.1; Jo 10.27).

"Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá." Efésios, 5:14

sábado, 5 de março de 2011

Encontro com a Palavra de Deus em pleno período de folia - Participe


Enquanto o mundão está jogado na licenciosidade desta folia maluca chamada carnaval, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Pernambuco estará reunindo seus membros, especialmente jovens e adolescentes, para quatro dias de exposição da Palavra de Deus, num evento chamado Simpósio de Doutrinas, este ano enfocando a vida de Jó, suas questões, sua provação, sua fidelidades e as respostas de Deus.

O evento tem início hoje (sábado, 05/03) em todas as principais congregações do Grande Recife, terminando na terça à noite com um grande culto. Todas as tardes e noites serão dedicados aos subtemas muito bem elaborados. A parte musical está muito bem estruturada com a participação de coros, conjuntos e solistas, além do grande conjunto de jovens. No sábado e domingo, as manhãs serão de oração e consagração além da EBD.

Algumas áreas eclesiásticas estão implantando o que já é chamado de "acampadentro", onde os jovens ocuparão escolas ou dependências dos maiores templos para um "acampamento" diferente. Em lugar de pura e simples recreação, teremos momentos de oração, vigílias, estudos bíblicos, comunhão cristã, dinâmicas e vestibulares bíblicos, com acompanhamento integral dos ministros e obreiros e baseados nos relatos anteriores, com certeza teremos muita operação do Espírito de Deus.

O período carnavalesco passará e mas as experiências que esses jovens vivenciarão será indelével. É renovação e edificação espiritual para muitos e muitos dias e boa recordação para toda a vida.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cinzas sobre o altar

“O sacerdote... levantará a cinza, quando o fogo houver consumido o holocausto... e levarás as cinzas para fora do arraial... o fogo sempre se conservará aceso sobre o altar, não se apagará. Cada manhã o sacerdote acenderá lenha nele..”
Levítivo 6;10b, 11b e 12a


Este texto pode ser aplicado ao nosso viver sob alguns aspectos e um deles é o seguinte: Não poderemos oferecer novo sacríficio ao Senhor sobre cinzas e restos. Precisamos, a cada amanhecer, ter a perspectiva de eliminar as cinzas que se acumulam sobre o nosso altar. Cinzas são o passado.

Deus exigia que o novo sacrifício fôsse isento de resquícios de outras oferendas. Ele exigia um altar limpo, purificado, sempre em ordem, sempre pronto. Ele sabia que as cinzas restariam, todavia exigia a purificação imediata do altar.

A nossa vida é um altar e constantes oferendas estamos dedicando à Deus (Rm 12), mas vem a inevitável pergunta: O nosso altar está em ordem? Recebe Deus o nosso sacrifício? Ou será que há cinzas acumuladas com restos de ossos e sujeira em nosso altar? Precisamos limpá-lo constantemente. Cinzas acumuladas viram lama. Fedem, enfeiam, apodrecem.

Não deixe a chama apagar. O fogo deve arder continuamente na sua vida. Não se acomode em viver do que você já foi, do crente que você era!

Precisamos estar renovados e com fogo vivo. Se restarem apenas cinzas, não haverá chamas, portanto, limpemos o nosso altar, mantenhamos a lenha e arrumemos o oferenda e com certeza Deus receberá a nossa oferta e atentará para o nosso trabalho.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Quero meu direito de ir e vir

É insuportável o que se faz em nome da "cultura" nestes dias de carnaval. Trios elétricos do tamanho de transatlânticos fecham as ruas, modificam o itinerário dos ônibus e aglomeram um público enorme em torno de si e praticamente paralisam o comércio.

Estou citando um exemplo que quase diariamente se repete no Vasco da Gama e arredores. Eles chegam "de mansinho", sem avisos, sem CTTU, sem Detran, sem autorização. São ações de pequenos blocos e geralmente expõem o banner de algum político que banca a parafernália acústica.

A gente sai e quando volta não pode chegar na porta de casa nem mesmo passar na rua. O pior é que escolhem o horário das 22:00h para começar seus batuques - isso durante os dias de semana ditos "úteis"  quando se chega cansado de um dia de trabalho e estudo e tudo o que se quer é sossego!
No finais de semana todo o entorno da entrada do Vasco da Gama é tomado por trios e multidões que fecham o cruzamento da Av Norte e paralisam postos de gasolina e comércio. Os jovens, a maioria não tem 17 anos ainda, ficam sobre os blocos que separam as pistas e socam os automóveis e ônibus que teimam em singrar aquele mar de gente seminua, balançando e coreografando ao som de nojentos "melôs" que falam de sexo explícito e posições conjugais animalescas. Bom para os ambulantes e catadores de latas de cerveja.
Nos domingos, quase não se chega aos templos (nem memos os da ICAR, onde os trios se postam defronte). Os ônibus desviam ou desistem de passar e os irmãos idosos têm de fazer longo percurso à pé por entre a multidão que atira cerveja e empurra. Fico pensando como somos odiados!
Uma igeja não pode fazer um culto ao ar livre no dia que desejar, mesmo que se marque com antecedência e se peça autorização. Geralmente é negada, como tem sido reiteradas vezes pela DIRCON da Pça do Trabalho (só para eventos evangélicos, pois outros são liberados). Um culto de apenas duas horas gera reclamações e pedidos para baixar o volume de quatro ou cinco pequenos caixas de som. A multa é quase sempre inevitável mesmo com alguém controlando eletronicamente o volume emitido.
Na verdade, não é o som que incomoda. É a Palavra que lhes incomoda.
Passeatas e desfiles do dia da Bíblia, só ao som de buzinadas impacientes e impropéritos (e olha que quando acontecem, são uma vezinha por ano numa morna tarde de domingo e num percurso de 10 minutos). Pois é!
A igreja não incentiva o sexo livre, a promiscuidade, os palavrões. Não rí do ridículo, dos espertos e das situações de vantagens ilegais; A igreja preza pela família, pela sobriedade e pelos bons costumes, educação, cordialidade e boa convivência. A igreja não se reune para sujar as ruas nem propiciar a violência. Mesmo assim é subtraída de iguais direitos de manisfestação.
Quero meu direito de ir e vir em ruas transitáveis. Quero ir ao templo, cantar e orar sem ser impedido por conta de trios elétricos.
Que se limite o comboio de trios e o volume do som, que se consiga um pólo para juntar as pessoas que gostam desse movimento e que se respeite o gosto e o direitos de todos os outros.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Gaither Vocal Band no Brasil - Confira Programação

Gaither Vocal Band Homecoming Tour Brazil 2011
O Gaither Vocal Band (GVB) é um ministério musical norte americano que já ganhou prêmios conceituados em todo o mundo. Entre eles, dois Grammys e 13 troféus da Gospel Music Association. Dirigido por Bill Gaither, considerado o pai de grandes nomes da música gospel, como Steve Green, Amy Grant e Sandy Patty, o GVB lançou clássicos que foram regravados por artistas consagrados como Elvis Presley. São ainda de autoria de Bill Gaither alguns dos mais conhecidos hinos dos principais hinários cristãos: Because He Lives (Porque Ele vive), The King Is Coming (O Rei está voltando) e He Touched Me (Tocou-me).

Desde a década de 1950, o GVB – então, The Bill Gaither Trio – tem revolucionado o cenário da música cristã mundial. Ao mesclar clássicos do Southern Gospel, Country e Inspirational, o grupo criou um estilo único, com admiradores em todas as denominações. Em 2004, a revista Rolling Stone nomeou Bill Gaither como um dos 50 músicos mais influentes do mundo. Nesse ano a turnê Homecoming Friends do GVB, que já passou por mais de 100 países, vendeu mais bilhetes do que os shows de Elton John.

Em 2011 o GVB vem pela primeira vez ao Brasil. Os concertos serão realizados em Mato Grosso do Sul, Bahia, São Paulo e Paraná. A turnê Brasil 2011 do GVB contará com a presença da formação atual: Bill Gaither, Mark Lowry, Michael English, Wes Hampton e David Phelps 

David Phelps e Michael English são também vencedores do prêmio Grammy na categoria de melhor álbum gospel.

A vinda do GVB é uma parceria da BV Filmes, IAP e IAENE, com o apoio e envolvimento de empresários de Campo Grande/MS e do Ministério Cânticos Vocal.  

O repertório das apresentações vai contar com clássicos dos 30 anos de carreira do grupo. 

Confira o Calendário:
30/03/2011 - Campo Grande/MS (Clube Estoril)
31/03/2011 - Cachoeira/BA (Campus da Faculdade Adventista)
02/04/2011 - São Paulo/SP (Assembléia de Deus do Brás) - Duas apresentações
03/04/2011 - Maringá/PR (IAP - Instituto Adventista Paranaense)
 
Mais informações:
@SinvalAragao (Twitter)
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