“Num estado de raiva, o corpo libera 40 vezes mais cortisol que o normal.
Quem vive com altos níveis de cortisol tem cinco vezes mais chances de morrer precocemente"
Susan Andrews, psicóloga e antropóloga pela Universidade de Harvard.
Conta-se que um certo lord inglês criou um leão desde a mais tenra idade. Este passava o dia nos jardins da casa e à noite dormia no banheiro. Conforme informações colhidas na Sociedade Bíblica do Brasil, o dia da Bíblia surgiu em 1549, quando um bispo chamado Cranner, que vivia na Grã-Bretanha, incluiu no livro de orações do rei Eduardo VI, um dia especial para que a população intercedesse em favor da leitura do Livro Sagrado. A data escolhida foi o segundo domingo do advento (o Advento é celebrado nos quatro domingos que antecedem ao Natal). Foi assim que o segundo domingo de dezembro se tornou o Dia da Bíblia.
Hoje, o dia da Bíblia é comemorado em cerca de 60 países. Em alguns desses países a data é celebrada no segundo domingo de setembro, numa homenagem ao trabalho de Jerônimo, tradutor da Vulgata Latina, conhecida tradução da Bíblia para o latim.
No Brasil o dia começou a ser celebrado pelos primeiros missionários evangélicos que, oriundos da Europa e dos Estados Unidos, a partir de 1850, aqui vieram para semear a Palavra de Deus. Durante o período do império, a liberdade religiosa era restrita e impedia as manifestações públicas dos evangélicos. Mas por volta de 1880 , esta liberdade foi crescendo e o movimento evangélico, juntamente com o dia da Bíblia, foi se popularizando.
Pouco a pouco as diversas denominações evangélicas institucionalizaram a tradição do dia da Bíblia, que ganhou ainda mais força com a fundação da Sociedade Bíblica do Brasil, em 1948. E em dezembro deste mesmo ano, houve uma das primeiras manifestações públicas do dia da Bíblia, em São Paulo, no monumento do Ipiranga.
Hoje as comemorações, fixadas no segundo domingo de dezembro, mobilizam milhares de cristãos em todo o Brasil. Em alguns estados e vários municípios, o Dia da Bíblia é data oficial.
FONTE



Era uma vez, um visitante que percorreu a Síria e encontrou três pastores de ovelhas que davam águas a seus rebanhos junto a um poço.
As ovelhas estavam todas misturadas e um estranho poderia pensar que se tratava de um único rebanho.
Daqui a pouco, um dos pastores se levantou e chamou: “Mene-Ah!” “Mene-Ah!”, que em árabe significa “vem comigo”.
Imediatamente, umas trinta ovelhas se separaram do grupo e seguiram o seu pastor morro acima.
Também o segundo pastor afastou-se um pouco e exclamou o seu “Mene-Ah!” e seguiu com o seu rebanho. Admirado, o viajante perguntou ao pastor que tinha ficado:
-Suas ovelhas me seguiriam se eu as chamasse?
-Por que você não experimenta?- respondeu ele.
-E se eu usasse a sua capa e seu cajado? Não achas que elas pensariam que eu sou você.
Sem nada dizer, o pastor ofereceu ao homem sua capa e seu cajado, e ficou observando com um sorriso nos lábios como o estranho chamava seu “Mene-Ah!”, “Mene-Ah!”.
As ovelhas não lhe deram qualquer atenção.
O pastor então explicou:
-Elas não seguiriam a nenhum outro. Só a ovelha doente segue a um estranho.