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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Yom Hasho’a - Dia da Recordação do Holocausto


Os israelenses interromperam suas atividades por dois minutos nesta quinta-feira (16) para prestar uma homenagem, em um tributo silencioso, às seis milhões de vítimas judaicas do nazismo, no Dia do Holocausto.

Às 10H00 (4H00 de Brasília), carros, o bonde de Jerusalém, ônibus e pedestres ficaram imóveis por 120 segundos para participar na homenagem coletiva.

Emissoras de rádio e canais de televisão, que exibiam desde quarta-feira depoimentos, documentários e filmes sobre o genocídio, interromperam a programação por dois minutos.

Este ano, as cerimônias destacam o 70º aniversário da libertação dos campos de concentração e da "volta à vida" após a deportação.

Quase 190.000 pessoas que conseguiram sobreviver ao horror nazista vivem atualmente em Israel, segundo a Fundação para o Bem-Estar dos Sobreviventes da Shoah (como se conhece o Holocausto) em Israel. Apesar das ajudas governamentais, quase 25% deles vivem no limite da pobreza.

Na quarta-feira à noite, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu estabeleceu, como fez em anos anteriores, um paralelo entre o Holocausto e a ameaça para a existência de Israel representada pelo Irã.

"Assim como os nazistas tentaram esmagar a civilização para fazer reinar na Terra uma raça superior, ao querer erradicar o povo judeu, o Irã também pretende assumir o controle da região, apagar e anular o povo judeu", declarou.


Israel é o maior crítico do acordo preliminar entre as grandes potências e o Irã sobre o programa nuclear de Teerã, que segundo o governo israelense tem por principal objetivo ameaçar a existência do Estado hebreu.

Durante a cerimônia em Yad Vashem, o monumento que recorda a Shoah, o presidente israelense Reuven Rivlin afirmou que é "um erro considerar que o Estado de Israel existe como compensação pelo Holocausto".

"Nós viemos de Auschwitz, não por causa de Auschwitz", afirmou.

A Universidade de Tel Aviv publicou um estudo nesta quinta-feira que mostra que os atos antissemitas violentos no mundo aumentaram quase 40% no ano passado.

Em 2014 foram registrados 766 atos antissemitas violentos contra pessoas ou instituições judaicas, contra 554 em 2013, segundo o relatório anual do Centro Kantor para o Estudo do Judaísmo Europeu Contemporâneo.

O número de ataques a mão armada contra pessoas ou instituições judaicas mais que dobrou no ano passado com 68 casos no mundo, e os ataques contra sinagogas registraram alta de 70%, segundo o estudo.

Como nos anteriores, a França, país da Europa com o maior número de judeus (quase 600.000), foi o local com mais incidentes antissemitas violentos, com 164. Mas, segundo o estudo, o Reino Unido registrou uma alta mais considerável: 141 atos violentos em 2014 contra 95 em 2013.

O estudo destaca uma tendência mundial de reforçar os planos de luta contra o antissemitismo, mas considera que "não têm nenhum efeito sobre os principais personagens do antissemitismo: a extrema-direita e a extrema-esquerda, o islamismo radical e outros grupos sem vínculo político".

AFP - Publicado em NE10


Para Saber Mais: GOISRAEL

sexta-feira, 20 de março de 2015

EUA ameaçam revisar apoio histórico a Israel na ONU

Benjamin Netanyahu e Barack Obama, durante encontro em 2011.
REUTERS/Kevin Lamarque

Washington (AFP) - A Casa Branca advertiu nesta quinta-feira que pretende "reavaliar" seu apoio diplomático a Israel na ONU, embora o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tenha negado descartar a solução de dois Estados no conflito com os palestinos.

Apesar do recuo de Netanyahu sobre um tema que foi promessa de campanha, funcionários americanos disseram que o líder veterano de Israel ainda precisa provar seu compromisso em negociar a solução de dois Estados, um israelense e outro palestino.

Diante da inicial negativa explícita do premiê reeleito à possibilidade de um Estado palestino, em promessa de última hora durante sua campanha, o porta-voz da Casa Branca, John Earnest, reagiu afirmando que o governo americano reavaliaria sua postura no Conselho de Segurança da ONU.

Uma eventual mudança da posição de Washington no Conselho de Segurança da ONU, onde Israel conta historicamente com o apoio americano, poderia permitir a adoção de um resolução sobre uma solução de dois Estados com base nas fronteiras anteriores a 1967.

"As decisões tomadas pelos Estados Unidos nas Nações Unidos eram baseadas nesta ideia de uma solução de dois Estados", declarou Josh Earnest, porta-voz do presidente Barack Obama.

"Agora que o nosso aliado (Israel) diz que não está mais engajado neste caminho (...) isto significa que devemos reavaliar nossa posição a este respeito e é isso que nós iremos fazer", acrescentou, indicando que nenhuma decisão foi tomada ainda.

O compromisso com uma solução de dois Estados "é a pedra angular da política americana em relação a esta região", insistiu Earnest, considerando que, na medida em que este fundamento foi "erodido", as decisões políticas dos Estados Unidos nos diferentes organismos multilaterais, entre eles as Nações Unidas, devem ser reexaminadas.

Na noite desta quinta-feira, o presidente americano, Barack Obama, telefonou para o premiê israelense para parabenizá-lo pela vitória nas eleições legislativas, após uma campanha que azedou as relações entre os dois aliados.

Obama falou com o líder israelense "para cumprimentá-lo pelo sucesso de seu partido em conquistar uma pluralidade de assentos na Knesset [Parlamento]", informou o Conselho de Segurança Nacional.

Durante a ligação, Obama destacou a "profunda e duradoura aliança" com Israel.

Membro com direito a veto no Conselho de Segurança, os Estados Unidos se opõem com frequência a que a ONU reconheça um Estado palestino, afirmando que isto deve ser feito como parte de um acordo de paz negociado.

Também tem protegido Israel na ONU de votos que buscam punir o Estado hebreu por várias ações, entre elas supostas violações aos direitos humanos.

AFP - Agence France-Presse
Publicado no Diário de Pernambuco-20/03/2015

quinta-feira, 18 de abril de 2013

65 anos da Declaração de Independência de Israel-16/04/2013


No dia 16 de abril de 2013, o Estado de Israel comemorou seu 65º aniversário. Vale a pena relembrar trechos de sua Declaração de Independência, que desde 1948 norteia os rumos do país:

"A TERRA DE ISRAEL foi o lugar onde nasceu o povo judeu. Aqui sua identidade espiritual, religiosa e nacional foi formada. Aqui eles conquistaram independência e criaram uma cultura de significado nacional e universal. Aqui eles escreveram a Bíblia e a deram ao mundo." 

"Impulsionados por este vínculo histórico, os judeus lutaram através dos séculos para voltar à terra de seus antepassados e recuperar seu país."

"Nas últimas décadas, eles voltaram em massas. Recuperaram o deserto, reviveram sua língua, construíram cidades e aldeias e estabeleceram uma comunidade vigorosa e crescente, com vida própria econômica e cultural.Eles buscaram a paz, mas sempre estiveram preparados para se defender."

"Em meio a uma brutal agressão, instamos aos habitantes árabes do Estado de Israel para que retornem aos caminhos da paz e façam sua parte no desenvolvimento do país, com total e igual cidadania e a devida representações em seus órgãos e instituições."

"Oferecemos paz e boa-vizinhança a todos os Estados vizinhos e seus povos, e os convidamos a cooperar com a nação independente hebraica para o bem comum de todos."

"O ESTADO DE ISRAEL será aberto à imigração de judeus de todos os países de sua dispersão; promoverá o desenvolvimento do país em benefício de todos os seus habitantes; será baseado nos preceitos de liberdade, justiça e paz ensinados pelos profetas hebreus."

"Defenderá total igualdade social e política para todos os seus cidadãos, sem distinção de raça, credo ou sexo; garantirá total liberdade de consciência, culto, educação e cultura; protegerá a santidade e inviolabilidade dos templos e lugares sagrados de todas as religiões."

"Este reconhecimento, pelas Nações Unidas do direito do povo judeu a estabelecer seu Estado independente, não pode ser revogado. Ele é um direito auto-evidente do povo judeu de ser uma nação como todas as outras nações, em seu próprio Estado soberano."

"Nosso chamado vai ao povo judeu em todo o mundo, para que se junte a nós na tarefa de imigração e desenvolvimento e fique ao nosso lado na grande luta para o cumprimento do sonho de gerações – a redenção de ISRAEL."

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Sacerdotes Judeus voltam a realizar sacrifícios rituais como no Antigo Testamento


Sacrifício ritual do Antigo Testamento foi realizado na última Páscoa.

A maioria dos judeus espera a construção do Terceiro Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias. Mas na última Páscoa (29/03), um grupo judeu ortodoxo realizou um sacrifício em frente ao Monte do Templo, em Jerusalém, seguindo o ritual descrito nos Livros de Moisés.

Esse “abate ritual” não foi meramente uma reconstituição histórica, mas, sim um “ensaio profético” antes da reconstrução do Templo. Nos últimos anos, esses sacrifícios foram realizados com a anuência do governo, mas o de 2013 surpreendentemente recebeu um veto do Serviço de Veterinária de Israel, que se recusou a dar autorização para o evento.

Os organizadores precisaram levar a questão até o tribunal, e conseguiram uma liminar permitindo o ritual. Os diferentes grupos envolvidos no caso foram liderados pelo rabino Yehuda Glick, o qual explica que o ritual foi realizado com o máximo de precisão bíblica possível.

“Nós tomamos o animal, como manda a Torá, fizemos um altar como era antigamente, e uma cozinha construída de acordo com a halachá [lei judaica]. Nós abatemos o animal com os Leviim cantando e usando as roupas sacerdotais, assim como era o sacrifício do Pessach [Páscoa] de nossos antepassados”.

Os leviim são judeus da tribo bíblica de Levi, cujos membros celebravam as cerimônias no antigo Templo. Para o rabino Glick, o ritual foi comovente. ”O simbolismo de ficarmos em pé, diante do Monte do Templo e nos preparando para o sacrifício da Páscoa, sem dúvida, foi um momento especial”, resumiu.

Vi em Notícias Cristãs
Israel National News via Gospel Prime

terça-feira, 15 de maio de 2012

64 anos da Independência do Estado de Israel

"Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam" 
(Salmo 122:6).

 14/05/1948 - Ben Gurion lê a Declaração de Independência de Israel



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