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terça-feira, 15 de março de 2016

Enfim, Câmara dos EUA diz que Estado Islâmico pratica "genocídio" contra cristãos

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira uma resolução que tacha de "genocídio" a violência cometida pelo Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria contra cristãos, curdos, seguidores do yazidismo e outras minorias étnicas da região.
Por 383 votos a favor e nenhum contra, os legisladores americanos aprovaram a moção, que pede que todos os governos do mundo, incluído o dos EUA, "chamem as atrocidades do EI por seu nome: crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio".
A resolução bipartidária foi promovida pelo republicano de Nebraska Jeff Fortenberry e pela democrata da Califórnia Anna Eshoo e contou com o apoio do presidente do comitê de Relações Exteriores da Câmara, o republicano pela Califórnia Ed Royce.
"O EI é culpado de genocídio. Utilizou os assassinatos em massa, decapitações, crucificações, violência sexual, tortura e escravidão em sua campanha deliberada para eliminar as minorias religiosas e terminar com sua história", disse Ed Royce em comunicado após a votação.
"Com a declaração, a Câmara deu um passo muito sério. Não há razão para que a Administração não o qualifique de genocídio. Da mesma maneira, (o presidente) Barack Obama deve responsabilizar Bashar al Assad (líder sírio) pelos cruéis crimes de guerra contra sua própria gente", acrescentou o deputado. 
Vi em UOL, Da Agência EFE

Demorou muito a tomar essa tímida decisão de apenas nominar de genocidas o EI. Muitos cristãos morreram e ainda morrem vitimados por perseguição e intolerância e os governos das nações (muitas delas cristãs de formação) parecem nem se importar.

sexta-feira, 20 de março de 2015

EUA ameaçam revisar apoio histórico a Israel na ONU

Benjamin Netanyahu e Barack Obama, durante encontro em 2011.
REUTERS/Kevin Lamarque

Washington (AFP) - A Casa Branca advertiu nesta quinta-feira que pretende "reavaliar" seu apoio diplomático a Israel na ONU, embora o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tenha negado descartar a solução de dois Estados no conflito com os palestinos.

Apesar do recuo de Netanyahu sobre um tema que foi promessa de campanha, funcionários americanos disseram que o líder veterano de Israel ainda precisa provar seu compromisso em negociar a solução de dois Estados, um israelense e outro palestino.

Diante da inicial negativa explícita do premiê reeleito à possibilidade de um Estado palestino, em promessa de última hora durante sua campanha, o porta-voz da Casa Branca, John Earnest, reagiu afirmando que o governo americano reavaliaria sua postura no Conselho de Segurança da ONU.

Uma eventual mudança da posição de Washington no Conselho de Segurança da ONU, onde Israel conta historicamente com o apoio americano, poderia permitir a adoção de um resolução sobre uma solução de dois Estados com base nas fronteiras anteriores a 1967.

"As decisões tomadas pelos Estados Unidos nas Nações Unidos eram baseadas nesta ideia de uma solução de dois Estados", declarou Josh Earnest, porta-voz do presidente Barack Obama.

"Agora que o nosso aliado (Israel) diz que não está mais engajado neste caminho (...) isto significa que devemos reavaliar nossa posição a este respeito e é isso que nós iremos fazer", acrescentou, indicando que nenhuma decisão foi tomada ainda.

O compromisso com uma solução de dois Estados "é a pedra angular da política americana em relação a esta região", insistiu Earnest, considerando que, na medida em que este fundamento foi "erodido", as decisões políticas dos Estados Unidos nos diferentes organismos multilaterais, entre eles as Nações Unidas, devem ser reexaminadas.

Na noite desta quinta-feira, o presidente americano, Barack Obama, telefonou para o premiê israelense para parabenizá-lo pela vitória nas eleições legislativas, após uma campanha que azedou as relações entre os dois aliados.

Obama falou com o líder israelense "para cumprimentá-lo pelo sucesso de seu partido em conquistar uma pluralidade de assentos na Knesset [Parlamento]", informou o Conselho de Segurança Nacional.

Durante a ligação, Obama destacou a "profunda e duradoura aliança" com Israel.

Membro com direito a veto no Conselho de Segurança, os Estados Unidos se opõem com frequência a que a ONU reconheça um Estado palestino, afirmando que isto deve ser feito como parte de um acordo de paz negociado.

Também tem protegido Israel na ONU de votos que buscam punir o Estado hebreu por várias ações, entre elas supostas violações aos direitos humanos.

AFP - Agence France-Presse
Publicado no Diário de Pernambuco-20/03/2015

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Projeto prevê McDonalds nas igrejas dos EUA para conter fuga de fiéis


Três milhões de americanos param de frequentar igrejas todos os anos. Enquanto isso, milhões de pessoas fazem refeições em lanchonetes da rede McDonald's pelo mundo diariamente.

Juntar esses dois universos, abrindo lanchonetes dentro de igrejas, é a melhor forma de trazer os fiéis de volta. Pelo menos essa é a aposta de um projeto criado nos Estados Unidos.

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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Furacão Sandy: Governo dos EUA convidou médium brasileira para impedir os ventos

Por Julio Severo
Depois da Supertempestade Sandy, todos sabem o que aconteceu: tragédia. O que muitos ignoram é o que aconteceu antes: tragédia espiritual.
De acordo com a revista Istoé, a médium Adelaide Scritori havia viajado às pressas ao Caribe a convite do governo dos EUA e de uma seguradora de Nova Iorque. Sua missão era enfraquecer a Supertesmpestade Sandy.
Adelaide Scritori
Seu marido, que é também porta-voz da Fundação Cacique Cobra Coral, disse que a missão dela foi um sucesso, pois sem a intervenção dela a supertempestade teria feito milhares de vítimas.
Essa não é a primeira vez que a médium Adelaide intervém nos EUA. Durante o Furacão Katrina em 2005, ela também invocou os espíritos e, de acordo com os seguidores dela, ela “salvou” milhares de pessoas.
Uma reportagem da Reuters disse que os seguidores dela acreditam que ela pode ajudar a controlar o clima. Ela afirma fazer contato com um antigo espírito conhecido como Cacique Cobra Coral que, de acordo com a lenda, tem poderes suficientes para influenciar os fenômenos naturais.
“Ela entra em profunda concentração de modo que possa se comunicar com o cacique”, disse Osmar Santos, o marido dela.
A fundação dela diz que o Cacique Cobra Coral é “um espírito que, conforme se acredita, havia sido Galileo Galilei e Abraham Lincoln”.
Cobra Coral
Sua organização, que afirma integrar poderes espíritas com técnicas científicas, tem feito parcerias com governos municipais e estaduais no Brasil, e importantes autoridades políticas brasileiras buscam os conselhos e serviços dela.
O site dela vende músicas do candomblé, com canções cantadas por homens e mulheres possuídos por orixás. O propósito das músicas é influenciar os assuntos humanos.
Os Peregrinos, que fundaram os EUA e haviam feito um pacto com Deus dedicando a jovem nação americana para Jesus Cristo, teriam ficado perplexos se soubessem que no futuro os EUA convidariam uma médium para invocar forças espirituais da escuridão para resolver um problema nacional. Tal convite, em si, é um problema imenso.
Não há suficientes homens e mulheres de Deus para o governo americano convidar para orar? Não há mais homens e mulheres nos EUA com a fé que os Peregrinos tinham?
Durante tragédias nacionais, eles não buscavam médiuns e bruxos. Eles trabalhavam para limpar sua terra de toda feitiçaria e maldade.
Há acontecimentos que só Deus pode impedir. Outros acontecimentos que envolvem derramamento de sangue podem ser impedidos por sábias decisões humanas. Esse é o caso da Primavera Árabe, que começou e avançou sob imprudentes decisões. Por instigação do governo dos EUA, governos muçulmanos moderados em nações árabes foram derrubados e substituídos por governos islâmicos radicais, que já estão perseguindo os cristãos mais do que antes.
E agora os EUA, que apelaram para uma médium do Brasil, querem receber a mesma misericórdia que mostraram aos cristãos devastados por uma cruel Primavera Árabe instigada por marxistas na Casa Branca.
Tragédias nacionais não são um tempo para buscar a bruxaria, mas Deus. Buscar a bruxaria num tempo de tragédia é um sinal garantido de uma nação caminhando para mais tragédias.
Os cristãos árabes estão invocando a Deus para protegê-los da Primavera Árabe, ou Primavera da al-Qaeda, ou Tragédia Árabe. Quanto a mim, estou orando por eles e também contra o imperialismo cultural pró-aborto e pró-sodomia do governo de Obama e da ONU.
Oro também para que os cristãos nos EUA sejam poderosamente fortalecidos para intervir de modo que o governo americano pare de instigar o derramamento de sangue de cristãos árabes, pare de impor seu imperialismo pró-sodomia e pró-aborto no mundo inteiro e pare de convidar bruxas do Brasil para invocar forças das trevas.
Não há forças das trevas suficientes na Casa Branca?



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Consumismo tira "espiritualidade" de principal feriado norteamericano, diz jornal

Primeiro Dia de Ação de Graças - 1621
Os americanos festejam nesta quinta-feira tradicional o Dia de Ação de Graças, conhecido em inglês como "Thanksgiving", um dos feriados mais importantes do calendário dos Estados Unidos, mas algumas pessoas acreditam que o "Black Friday", o dia de descontos que acontece na sexta-feira seguinte, assumiu proporções desmesuradas neste ano e está tirando o brilho espiritual da festa.

Neste fim de semana de quatro dias aproximadamente 38,2 milhões de americanos vão invadir as estradas e 3,4 milhões os aviões, segundo números da Associação Americana de Automobilistas.

A maioria vai encontrar a família e 88% vão compartilhar do tradicional peru, de acordo com a Federação Nacional do Peru. Cerca de 46 milhões de aves serão devoradas na quinta-feira, menos uma: a de Barack Obama será poupada na véspera, seguindo a tradição dos presidentes americanos.

O dia seguinte, batizado de "Sexta-feira Negra", também se tornou o ponto de encontro de muitos americanos. Ano passado eram 212 milhões, este ano serão 225 milhões de pessoas nas lojas no dia que abre o período das compras de Natal.

No país do enorme consumo, o Black Friday é o dia D para os comerciantes, que preveem lucrar até 22 milhões de dólares em um único dia, segundo a SpendingPulse.

Neste ano, várias redes de distribuição decidiram se antecipar para atrair o máximo de compradores: as lojas vão abrir às 22H00 de quinta-feira, normalmente a hora de abertura é 4H00 da manhã. Alguns, como as redes Sears e Walmart, cometerão o sacrilégio supremo de ficarem abertos durante o dia de Ação de Graças.

"Eles querem atrair quotas de mercados", explica a consultora Cynthia Groves.

Esta novidade não deixou apenas pessoas felizes. Mais de 190.000 pessoas assinaram uma petição lançada por um empregado para protestar contra a decisão de seu empregador, a rede Target, de abrir à meia-noite de quinta-feira. O funcionário defende que é injusto trabalhar no dia de um feriado familiar.

"É um dia de feriado nacional. Não é o dia nacional das compras", afirmou Bryce Allision, um dos descontentes. "Impulsionar as pessoas para comprarem durante a noite é uma ideia bizarra", acrescentou Scotty Brookie.

Para Anahita Cameron, diretora de recursos humanos da Target, a iniciativa é completamente defensável: "Nossos clientes explicaram que preferem comprar logo depois da janta a ter que acordar no meio da noite".

Esta nova tradição americana do século XXI provavelmente faria se revirar no túmulo os Pais Peregrinos britânicos, que, em 1621, celebraram a primeira ação de graças junto aos índios Wampanoags para agradecer a Deus por suas conquistas.
De Washington - Agencia France Press AFP 23/11/2011
Lí em A Crítica
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