quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Ainda sou do Tempo...

Há alguns anos lí esse artigo, escrito pelo Pr Wagner Antonio de Araújo, pastor da Igreja Batista Boas Novas, Osasco/SP, e publiquei num informativo que tínhamos no Coro Jovem Life, o Lifenews. O assunto é sério e atual, e desejo compartilhar com todos vocês.
Lembremo-nos do que a Bíblia diz em 2º Timóteo 3:13-15
Mas os homens maus e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela que há em Cristo Jesus
.

Ainda sou do tempo em que ser crente era motivo de críticas e perseguições. Nós não éramos muitos, e geralmente éramos considerados ignorantes, analfabetos, massa de manobra ou gente de segunda categoria. Os colegas da escola nos marginalizavam. Os patrões zombavam de nós. A sociedade criticava um povo que cria num Deus moral, ético, decente, que fazia de seus seguidores pessoas diferentes, amorosas, verdadeiras e puras. Não era fácil. Mas nós sobrevivemos e vencemos. Sinto falta daquela perseguição, pois ela denunciava que a nossa luz era de qualidade, e ofuscava a visão conturbada de quem não era liberto. E, por causa dessa luz, muitos incrédulos foram conduzidos ao arrependimento e à salvação. Mas hoje é diferente.

Ainda sou do tempo em que os crentes não tinham imagens em suas casas, em seus carros ou como adereços de seus corpos. Nós não tatuávamos os nossos corpos e nem colocávamos "piercings" em nossa pele. Críamos que os nossos corpos eram sacrifícios ao Senhor, e que não nos era lícito maculá-los com os sinais de um mundo decadente, um deus mundano e uma cultura corrompida. Dizíamos que tatuar o corpo era pecado. Não tínhamos objetos de culto em nossas igrejas. Aliás, esse era um de nossos diferenciais: nós éramos aqueles que não admitiam imagens em lugar algum. Mas hoje é diferente.

Ainda sou do tempo em que pornografia era pecado. Nós não considerávamos fotos eróticas ou filmes pornô um "trabalho profissional", mas uma prostituição do próprio corpo e uma corrupção moral. Ao nos convertermos, convertíamos também os nossos olhos, e abandonávamos as revistas pornográficas, os cinemas de prostituição e os teatros corrompidos. Os que eram adúlteros se arrependiam e pagavam o preço do que fizeram, e começavam vida nova. Os promíscuos mudavam seu comportamento e tornavam-se santos em todo o seu procedimento. Nós, os adolescentes, deixávamos os namoros e os relacionamentos orientados pelos filmes mundanos, e primávamos por ser como José do Egito, que foi puro, ou o apóstolo Paulo, que foi decente. Mas hoje é diferente.

Ainda sou do tempo em que nos vestíamos adequadamente para o culto. Aliás, além do nosso testemunho moral, nós nos identificávamos pelas roupas. Se pentecostais, usávamos roupas sociais bastante formais, e éramos conhecidos aonde quer que íamos, pois ninguém mais se vestia tão formalmente assim em pleno domingo à tarde. Se de outras denominações, como eu, não chegávamos a esse extremo, mas nos trajávamos socialmente, com o melhor que tínhamos, dentro de nossas possibilidades, porque críamos que, se íamos prestar um culto a Deus, a ocasião nos exigia o melhor, e buscávamos dar o melhor para Deus. Era a famosa "roupa de culto", "roupa de igreja". Mesmo pobres, tínhamos o melhor para Deus. E sempre algo decente: camisas sociais, calças bem passadas, um sapato melhor conservado, um blaizer ou uma blusa bem alinhada. As mulheres usavam seus melhores vestidos, suas melhores saias e seus conjuntos mais femininos. Mas hoje é diferente.

Ainda sou do tempo em que nossos hinos falavam de Cristo e da salvação. Cantávamos muito, e nossas músicas não eram tão complexas como as de hoje. Mas todos acabávamos por decorá-las. Suas mensagens eram simples e evangelísticas: "foi na cruz, foi na cruz", "andam procurando a razão de viver"; "Porque Ele vive, posso crer no amanhã", "Feliz serás, jamais verás tua vida em pranto se findar", "O Senhor da ceifa está chamando"; "Jesus, Senhor, me achego a ti", "Santo Espírito, enche a minha vida", "Foi Cristo quem me salvou, quebrou as cadeias e me libertou", etc. Não copiávamos os "hits" estrangeiros, ou as danças mundanas, mas buscávamos algo clássico, alegre, porém, solene. E dançar o louvor? Jamais! Não ousávamos, nem queríamos; nunca soubéramos que o louvor era "dançante"; as danças deixamos em nossas velhas vidas mundanas. Porém, mesmo não as tendo, éramos alegres e motivados. Mas hoje é diferente.

Ainda sou do tempo em que as denominações e igrejas tinham personalidade. As denominações eram poucas e bastante homogêneas. Sabíamos que a Assembléia de Deus era pentecostal e usava indumentária formal; os presbiterianos eram os melhores coristas que existiam; os adventistas tinham uma fé estranha, numa profetiza semi-contemporânea, mas tinham os melhores quartetos masculinos; os melhores solistas eram batistas, etc. Nossas liturgias eram bastante diferentes: os conservadores eram formais, seus cultos silenciosos, enquanto um orava, os outros diziam amém. Já os pentecostais oravam todos ao mesmo tempo e cantavam a Harpa Cristã. Nós nos considerávamos irmãos, não há dúvida. Mas tínhamos personalidade. Hoje tudo é diferente.

E eu não sou velho! Isso tudo não tem 26 anos ainda! Na década de 80 ser crente era ser assim! Meu Deus, como o mundo mudou! Como a chamada Igreja Evangélica se deteriorou! Hoje eu sinto vergonha de ser considerado evangélico!

Hoje é moda ser crente, ou melhor, "gospel". Você é artista pornô, mas é crente. Você é do forró pé-de-serra, mas é crente. Você é ladrão, mas é crente. Você é homossexual assumido, mas é crente. Não importa a profissão, o comportamento, a moral, a índole, ser crente é apenas um detalhe. Aliás, dá cartaz ser crente: hoje muitos cantores "viram crentes" pra vender seus cds encalhados, pois o "povo de Deus" compra qualquer coisa. Não há diferença entre o santo e o profano, o consagrado e o amaldiçoado, o lícito e o proibido, o justo e o injusto. Qualquer coisa serve. O púlpito pode ser uma prancha de surf, uma cama de motel ou um palanque eleitoral; a forma não importa. Ser crente é apenas um detalhe, uma simples nomenclatura religiosa.

Hoje os crentes tatuam as suas peles, mesmo sabendo que a Bíblia condena o uso de símbolos e marcas no corpo de quem se consagra a Deus. Criamos nossos próprios símbolos, nossos próprios estigmas e nossas próprias tribos. Hoje há denominações que dão opções de símbolos para que seus jovens se tatuem. O "piercing" deixou de ser pecado, e passou a ser "fashion", e está pendurado na pele flácida de roqueiros evangélicos e "levitas" das igrejas, maculando a pureza de um corpo dedicado ao Deus libertador. Mulheres há que enchem seus umbigos e outras partes de pequenas ferragens, repletas de vaidade e erotismo mundano, destruindo, assim, qualquer padrão cristão de consagração corporal. Meninos tingem seus cabelos de laranja, e mocinhas destróem seus rostos com produtos, pois agora todo mundo faz, e "Deus não olha a aparência". (Ainda bem, pois se olhasse, teria ânsia de vômito...)

Hoje ir à igreja é como ir ao mercado ou às barracas de feira e de artesanato: um evento efêmero, informal, meramente turístico. Não há mais cuidado algum no trajo cultuante. Rapazes vão de bermudas, calções (e, pasmem os senhores, de sungas!), até sem camisa, porque Deus não é "bitolado, babaca ou retrógrado". Garotas usam suas minissaias dos "rebeldes" e exibem umbigos cheios de "piercings", estrelinhas e purpurinas pingando dos cabelos e roupas, numa passarela contínua do modismo eclesiástico. Se alguém ainda vai modestamente ao culto, seja jovem, seja velho, ou é "novo convertido", ou é "beato". É típico encontrarmos pastores dizendo aos "engravatados": "pra que isso, irmão? Vai fazer exame laboratorial?" E, continuamente, vão demolindo qualquer alicerce de reverência e solenidade para o ato do culto.

Hoje as nossas músicas pouco falam de Cristo. Somos bitolados por um amontoado de "glórias", "aleluias", "no trono", "te exaltamos", "o teu poder", etc. Misturamos essas expressões, colocamos uma pitada de emoções, imitamos os ícones dos megaeventos de louvores, e gravamos o nosso próprio cd, que, de diferente, tem a capa e o timbre de algumas vozes, talvez alguns instrumentos, mas, no mais, não passam de cópias das cópias das cópias. E Jesus? Ah, quase nunca o mencionamos, e, quando o fazemos, não apresentamos qualquer noção do que Ele é ou representa para o nosso louvor. Não falamos mais que Ele é o caminho, a verdade e a vida, não o apresentamos como Senhor e Salvador, não informamos ao ouvinte o que se deve fazer para tê-lo no coração, apenas citamos seu nome ou dizemos um aleluia para ele.

Hoje, entrar em uma igreja é como ter entrado em todas: é tudo igual. O mesmo sistema, as mesmas cantorias, a seqüência de eventos, os rituais emocionais, as pregações da prosperidade, de libertação de maldições ou de megassonhos "de Deus" (como se Deus precisasse sonhar, como se fosse impotente ou dependente da vontade humana). Transformamos nossas igrejas em filiais de uma matriz que não sabemos nem aonde fica, mas que se representa nas comunidades da moda. Não há mais corais, não há mais solistas, não há mais escolas dominicais fortes, não há mais denominações com características sólidas, não há mais nada. Tudo é a mesma coisa: uma hora e meia de "louvor", meia hora de "ofertas" e quinze minutos de "pregação", ou meia hora de "palavra profética e apostólica". Que desgraça!

Hoje trouxemos os ídolos de volta aos templos: são castiçais, bandeiras de Israel, candelabros, reproduções de peças do tabernáculo do velho testamento, bugigangas e quinquilharias que vendemos, similares aos escapulários católicos que tanto criticávamos. Hoje não nos atemos a uma cruz sem Cristo, simbólica apenas. Hoje temos anjinhos, Moisés abrindo o Mar Vermelho, Cristo no sermão da Montanha. O que nos falta ainda?

Nossas Bíblias, para serem boas, têm que ser do "Pastor fulano", com dicas de moda, culinária, negócios e guia turístico. Hoje temos Bíblias para mulheres, para homens, para crianças, para jovens, para velhos, só falta inventarmos a bíblia gay, a bíblia erótica, a bíblia do ladrão, a bíblia do desviado. Bíblias puras não prestam mais. E, mesmo tendo essas bíblias direcionadas, QUASE NINGUÉM AS LÊ! Trazemos rosas para consagrar, rosas murchas para abençoar e virar incenso em casa, sal grosso para purificar, arruda para encantar, folhas de oliveira de Israel e água do Rio Jordão (Tietê?) para abençoar, vara de Arão, de Moisés, e sabe lá de quem mais! Voltamos às origens idólatras! Parece o povo de Israel, que, ao morrer um rei justo, emporcalhavam o país com suas idolatrias e prostitutas cultuais. E se alguém ousa ser autêntico, é taxado de retrógrado. Com isso, surgem os terríveis fundamentalistas, que abominam tudo, ou os neopentecostais, que são capazes de transformar a igreja num circo, fazendo o povo rir sem parar ou grunir como animais.

Meu Deus, o que será daqui há alguns anos? Será que teremos que inventar um nome novo para ser evangélico à moda antiga? Parece que batista, assembleiano, presbiteriano, luterano ou metodista não define muita coisa mais! Será que ainda haverá púlpitos que prestem, pastores que pastoreiem, louvores que louvem a Deus? Será que seremos obrigados a usar "piercing" para nos filiarmos a alguma igreja? Será que nossos cultos serão naturistas? Será que ainda haverá Deus em nosso sistema religioso?

É CLARO QUE HÁ EXCEÇÕES! E eu bendigo a Deus porque tenho lutado para ser uma dessas exceções. É claro que o meu querido leitor, pastor, louvador, membro de igreja, missionário, também tem buscado ser exceção. Mas eu não podia deixar de denunciar essa bagunça toda, esse frenesi maligno, esse fogo estranho no altar de Deus! Quando vejo colegas cuspindo no povo, para abençoá-los, quando vejo pastores dizendo ao Espírito Santo "pega! pega! pega!", como se fosse um cachorrinho, quando vejo pastores arrancando miúdos de boi da barriga dos incautos doentes que a eles se submetem, quando vejo um evangelho podre arrastando milhões, quando vejo colegas cobrando dez mil reais mais o hotel, ou metade da oferta da noite, para pregar o evangelho, então eu me humilho diante de Deus, e digo: "Senhor, me proteje, não me deixa ser assim!"

Que Deus tenha piedade de nós.

12 comentários:

Silvio Araujo disse...

Tomju wrote today at 1:57 AM
"Deus te abençoe por compartilhar essa verdade, Deus abençoe o Pastor Wagner, enquanto sofremos ao ver a lamentável situação religiosa, nos alegramos ao saber que Deus ainda tem homens que não se entregaram as fábulas e sustentam a sã doutrina.......JESUS CRISTO É O MESMO ONTEM HOJE E ETERNAMENTE! um grande abraço!"

Lídia Bernardo disse...

Paz Irmão Silvio, não conhecia seu blog,mas como acesso muito o dos jovens do Templo Central encontrei o do irmão lá,e gostei muito, assuntos muito atuais interessantes, admiro muito o irmão como maestro e apesar de não conhecê-lo bem, tenho certeza q como pessoa não é diferente, congrego em Bairro Novo Camaragibe e amo música e corais, e um dos corais q admiro é o de adultos de Casa Amarela,portanto não poderia passar a oportunidade de lhe dizer isso, oro muito,pois sei o quanto é difícil a obra do louvor,mas saiba que mesmo que se levante algo que venha entristecer a vida do irmão, não ligue,pois o irmão é uma bênção a frente daquele coral, e que o Senhor continue lhe abençoando juntamente com sua família.

Deus lhe abençoe, e saiba q sempre estarei aqui no seu Blogg,lendo seus posts.

Fica na Paz

Netto disse...

Também sou desse tempo e morro de saudades... hoje sobrevivemos em Cristo porque o mundanismo nos sufoca e não nos deixa viver.
Sou Assembleiano desde 19.. e nada a ver com a AD de antigamente, tempo em que ser batizado com o Espírito Santo era receber poder, hoje virou sensacionalismo, poder que é bom mesmo que é bom, nada!

Silvio Araujo disse...

Irmão Netto, lamentamos que os tempos mudem também algumas coisas que deveriam ser imutáveis. Amo minha igreja e por ela tenho orado constantemente e sei das dificuldades que a denominação tem passado nacionalmente falando; Permaneçamos fimes, olhando para Jesus, autor e consumador de nossa fé.
Percebeu que o autor do texto é um pastor batista?

Silvio Araujo disse...

Irmã Lídia Bernardo, a paz do Senhor
Eu agradeço imensamente suas palavras e conto com suas orações. O Senhor é conhecedor de TODAS as coisas e sabe que nosso intento é a glorificação de Seu santo Nome.
É um prazer tê-la neste espaço e volte sempre!!
À propósito, a irmã é da família do Pr. Bernardo, que foi de Palmares?

lidia bernardo disse...

Exatamente, sou sobrinha do Pr.José Bernardo q está atualmente em Moreno e filha do Ev. Maurício Bernardo, e canto no Juvenil da assembléia de Deus em Bairro Novo, e se Deus quiser estarei no aniversário deste belo coral de adultos em Casa Amarela.

Deus continue lhe abençoando.

Paz!!!

Netto disse...

Pois é Pr. Silvio.
Não tinha percebido que era um texto batista.
Pior é que eu participo de um fórum batista fundamentalista (SS-TT) e apanho muito quando recebo mensagens sobre críticas sérias sobre alguns costumes neo-pentecostais adotados pelos assembleiano, mas não me importo, afinal santificação é isso, aprender, reconhecer, mudar de vida e deixar de fazer coisa errada.
Eu também sou analista de sistemas por profissão, mas sou músico, toco teclado na minha igreja, filho de Pastor, assembleiano de berço, amo minha igreja, participo de um grupo de louvor, tenho um site sobre música evangélia, apaixonado pelos hinos do nosso hinário e hinos sacros e meu projeto de vida é montar um home studio.
Gostaria de ter mais contato contigo, gostei de sua pessoa e vi que pertencemos à um grupo especial na nossa igreja.

Abraços e A PAZ DO SENHOR JESUS.

Netto
www.clickmusical.mus.br
www.clickmusical.blogspot.com

Pr Gladstone disse...

Paz do Senhor, querido irmão.
Também gostei muito do texto que fala sobre a situação das igrejas da atualidade.
Eu também, sou de um tempo em que um Pr Presidente da AD não andava escoltado por policial civil e militar, fazendo "bico" nas horas de folga, em um carro blindado( aprova de bala),como chefe de estado ou coisa parecida e me pergunto será que os verdadeiros homens de Deus, como os Profetas Elias, Elizeu, Isaias e Jeremias, que denunciavam e apontavam os pecados do povo de Deus fariam o mesmo??? e o q vc quiz dizer em guiar o povo com mão segura, será q não autoritarismo, ao ponto de si rebelar contra a presidência da CGADB??? este mesmo pr presidente ao chegar no culto das senhoras realizado em garanhuns, ao invés de saudar os irmãos que estavam na organização do estacionamento com a Paz do Senhor, apenas pronuncia a expressão "OPA", COMO OS TEMPOS MUDARAM!!!

Daladier Lima disse...

Este post é inspirador. Entretanto, gostaria de chamar a atenção para a necessidade de cada de um de nós sermos luz e sal em meio à densa escuridão de nosso mundo, hoje! Esse saudosismo é interessante, mas é uma volta impossível. Se nós não nos conscientizarmos que hoje podemos fazer algo, vamos ficar apenas lamentando o leite derramado, seremos, no máximo, nostálgicos. Por favor, não entenda como uma crítica, mas como um humilde complemento ao referido post.

Silvio Araujo disse...

Netto,
Conheço seu site há muito, muito tempo e até já lhe enviei e-mails solicitando informações. É um prazer encontrá-lo por aqui.

O problema é que estou com muitas tarefas e acessando pouco a internet, prova disso é o blog com poucas mensagens, mas manteremos contato sim.

Silvio Araujo disse...

Pr Gladsotne
Não sei se o senhor é de nossa denominação e de nossa Convenção, mas não gostaria de discutir publicamente um assunto do qual não estou inteirado, além do mais, não duvidamos que a igreja em Recife estava precisando de um homem com a visão o Pr Ailton e como cremos que Deus o levantou, todos nós oramos para que ele permaneça fiel à chamada e conserve-se modelo.

Todos os pastores têm falhas pois antes de serem "homens de Deus" são "homens".

A mão firme da qual me referí não é de postura autoritária, mas a de firme propósito em manter a doutrina e a identidade da Assembléia de Deus e não se deixar levar por quaisquer outras influências.

Em todo o caso, agradeço visita e indique seu blog para dele participarmos também!

Silvio Araujo disse...

Prezado Daladier,
é uma honra ter sua participação aqui.
Agradeço seu comentário e concordo.
Este post é um alerta de que algo está mudando e que alguma coisa precisa ser feita com urgência senão ficaremos só na saudade.
O hino 453 da Harpa Cristã diz "Como é bom dos tempos primitivos lembrar E dos avivamentos de que ouvimos falar..." mas nos lembra que "NOSSO DEUS É O MESMO inda hoje, então Ele cura, batiza e nos dá salvação";

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